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Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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[Treinamento] Survive, if you can.

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Survive, If You Can

Kumo 150 / 206 Treinamento


Chovia naquela tarde. Relâmpagos cortavam o céu ocasionalmente, iluminando o firmamento  momentaneamente e fazendo com que sombras se projetassem no canto dos meus olhos, ferindo especialmente minha paranóia. Cada passo que eu dava, era como se visse o vulto da maldita mulher que destruíra minha vila, espreitando por trás de árvores, esquinas e muros.

Ainda era difícil de acreditar que uma das maiores nações shinobis havia se perdido para sempre no fundo do mar com um simples gesto, como a mulher de olhos brancos estivesse descartando um brinquedo que perdera a graça.

O clima tempestuoso não tratava-se de algo irregular na vila da nuvem, embora para mim, que estava acostumado ao clima úmido e nublado de Kirigakure, fosse como o prólogo de um colapso climático. E eu não me sentia nenhum pouco confortável com aquilo, mesmo ja estando no pais ha alguns meses por isso havia saído para treinar naquele tipo de clima.

Kotaro, meu irmão mais novo, estava na creche aquela altura e era o mais seguro que eu podia esperar que ele estivesse. Kumogakure cuidava bem das crianças, eu mesmo já havia checado várias vezes como tratavam meu irmão durante as aulas e achava que era satisfatório. A sensação de segurança e conforto era algo bem estranho para mim, mas quanto a isso eu pelo menos conseguia relaxar um pouco.

Antes de chegar ao campo de treinamento, achei uma barraquinha de dango que estava quase fechado. A pequena senhora, quando me viu, ofereceu-me o doce com um sorriso que me lembrava muito minha mãe quando fazia a mamadeira do Kotaro. Era como se toda a existência dela se resumisse apenas aquele pequeno gesto e eu tive que conter as lágrimas que desejavam escorrer pelo meu rosto.

Agradeci a mulher, tomando o meu rumo, ao norte da minha residência, um dos campos de treinamento mais afastados de Kumogakure, meu favorito.

O capuz de meu casaco cobria boa parte do meu rosto na tentativa de manter um pouco de mim protegido das brumas que caiam sem pudor, encharcando minha roupa. Poças se formavam no chão e me vi pulando entre elas por pura vontade de reviver meus dias mais felizes, embora a melancolia acabasse por vencer e eu acabava parado olhando para a poça sem saber se deveria continuar a viver, meu irmão era o único motivo para que eu suportasse toda aquela dor.

No bolso do meu casaco, minha mão se abrigava com uma Kunai bem afiada em mãos, preparando-me para o que de pior poderia acontecer naquele momento, minha audição estava atenta aos arredores, concentrando-se no menor ruído que fosse emitido nas folhagens que me cercavam, o pavor de sentir um risco de vida constante nunca me abandonando, não importando o quanto eu tentasse me distrair.

Finalmente cheguei ao campo de treinamento. Um descampado de trinta metros rodeado por uma mata fechada ao pé de uma montanha íngreme. Raios cortavam o céu, como se convergissem no pico da montanha, talvez tivesse um para raios em cima dele, era algo comum no país para impedir possíveis acidentes.

- Me pergunto se um dia vou conseguir me acostumar em não tê-los… - Disse para a chuva que castigava o local, engolindo o choro que lutava para se desprender de meu peito. Não podia passar o resto da vida chorando por algo que já havia acontecido e não havia como voltar atrás.

Meus últimos embates demonstraram que ainda estava longe de possuir capacidade suficiente para lutar contra oponentes sem ficar exausto e sem fôlego. Estava usando minha energia de forma errada ou havia pouco dela para usar, fosse qual o motivo, precisava ajustar essa questão o quanto antes, os exames estavam se aproximando.

- Por onde devo começar? - Inqueri para mim mesmo sem esperar qualquer resposta, olhando desoladamente para meus equipamentos.

- Posso ajudar,  se quiser… - Ouvi as minhas costas. Minha reação, diante da surpresa foi lançar uma kunai na direção da voz, me afastando cinco metros imediatamente.

A kunai ficou suspensa no ar, como se alguém a tivesse pego, o que não fazia o menor sentido, porque não havia ninguém ali. Não emitia ruídos ou sons, eu saberia se fosse esse o caso.

Em desespero, ativei meu sensoriamento na esperança de encontrá-lo, mas não havia qualquer sinal no sonar, havia desaparecido completamente.

- Quem está aí? - Inqueri, preparando-me para lançar uma kunai com kibaku fuuda.

- Olha...Você não reconhecer a voz do seu pai é bem ofensivo. - E o véu de invisibilidade se desfez, como se o vento forte o levasse embora, deixando para traz a silhueta de Yukimura Sadao, meu pai adotivo. Seu chakra esmagador finalmente sendo sentido pelas minhas habilidades.

- Achei que o senhor estivesse em missão. - Disse, abrindo um sorriso que apenas ele e Kotaro recebiam.

- Voltei pela manhã. Como Kotaro estava na creche, vim ver como meu pequeno ladrãozinho coalho estava… - Fiquei vermelho. Sadao não era uma má pessoa e não falava aquilo por mau, na verdade, aquele era um apelido carinhoso, embora extremamente constrangedor. - Então...Qual o problema? - Perguntou, girando a kunai que havia lançado anteriormente no dedo anelar.

- Ah...Não consigo manter o sensoriamento por muito tempo. - Disse com naturalidade. Era muito raro me ver falando tanto com outra pessoal, mas sabia que podia confiar em Sadao.

- Entendo….Resistência. Normalmente treino para esse tipo de coisa dura longos dias, mas um pouco de perigo pode agilizar as coisas.- Ele falou e aquilo me gelou a espinha. Seus olhos brilhavam como quando ele me capturou enquanto eu roubava comida dele.

- Não estou gostando onde isso vai dar. - Meu corpo se preparou muito antes de minha mente absorver que ele havia armado um kibaku fuuda na kunai. Seu sorriso foi a última coisa que eu vi antes de me virar e correr feito um louco em direção a floresta.

A pressão causada pela explosão me fez tropeçar e cair na raiz das árvores no limite da floresta. A fumaça cobriu os rastros do meu pai, me obrigando a ativar o sensoriamento a sua procura.

Inicialmente eu não consegui encontrá-lo. Seus passos não faziam som e eu sabia que possivelmente ele estava ao meu lado.

Como se para confirmar meus temores, ouvi o que parecia ser uma descarga elétrica ao meu lado, faiscando perigosamente rente ao meu rosto.

Saltei para o lado, identificando o chakra raiton usado por meu pai, embora sua presença tivesse desaparecido completamente como antes. Não fiquei para saber o que ele estava preparando, erguendo-me num susto e correndo por entre a mata, enquanto ouvia um raio cortar o céu e cair bem em cima de onde eu a pouco estava.

Meu kanchi começou a querer falhar, diminuindo gradativamente seu alcance enquanto meu pai parecia ganhar terreno, sua aura piscando na minha direção. Imaginava que estava ativando e desativando a técnica de invisibilidade apenas para me dar mais pavor.

Meu corpo reclamava do esforço que fizera durante a fuga, minhas pernas pareciam queimar pelos músculos que eu quase não usava, me dando uma  sensação de que se eu voltasse a correr elas se recusaram a obedecer. Minha respiração estava entrecortada e meus batimentos insistiam em me ensurdecer com seu ritmado tump-tump.

Eu sabia que não estava seguro, não quando ele possuía uma técnica de rastrear entorno ainda mais refinada que a minha. Além disso, seu estilo de luta agressivo de ninjutsu lhe rendera a alcunha de “Louco” desde a última guerra. Basicamente, quando ele se empolgava, não havia quem o parasse, eu mesmo já havia sofrido em sua mão antes.

- Yuu-kun. - Chamou, sua voz levemente alterada, como se tivesse bebido uma garrafa inteira de sakê. - Tem certeza que vai se esconder aí? - Disse e só então percebi do que ele estava falando. Um acúmulo de chakra se acumulou num único ponto, eu quase podia sentir como se o peso do mundo de repente se concentrasse num único lugar. Eu conhecia aquela técnica.

Me ergui e minha perna reclamou, mas não dei-lhe atenção, batendo nela como se fosse uma TV velha com dificuldade de pegar. Fiquei meio que saltando de 6m em 6m, tossindo e ofegando até chegar no pé do pico gigantesco que estava no limite da floresta.

De longe dava pra ver o volume de água se acumulando. Mesmo ali, onde estava eu tinha certeza que inundaria ao menos uns sete metros do local. Era basicamente a especialidade do meu pai, inundar um vale como aquele no meio de uma chuva.

Olhei para o paredão intimidador e lágrimas escorriam dos meus olhos, meu corpo gritava para que eu descansasse, mas eu sabia que não teria como sobreviver aquilo. Ele podia ser meu pai adotivo, mas não rezava nenhum pouco bem das idéias.

Concentrei chakra nos meus pés. Meu kanchi desativou instantaneamente, como se dissesse que seria possível manter as duas coisas juntas. Eu tinha uma seria desconfiança que nem mesmo um deles podia ser mantido, mas eu estava correndo risco de vida. Não podia me dar ao luxo de desistir.

Senti minha cabeça rodar quando saltei para o paredão, um dos meus pés falhou, mas eu usei a mão para me apoiar. Não consegui ficar de pé como queria e apenas usei as mãos e os pés para me erguer. Eu sabia que meu pai estava usando a sequência de selos mais longa para aquela técnica e nem estava se esforçando para fazer os selos. Ele queria que eu conseguisse.

Em dado ponto, senti meu nariz escorrer e quase escorreguei. Ainda estava há 3 metros do chão, não dava para escapar da técnica aquela altura.

Uns cinco meses a frente vi o que parecia ser uma parte plana, onde talvez eu pudesse me deitar e sair ileso daquele furacão de água que se formava as minhas costas.

Ergui-me apenas com a força de vontade, sentindo meus olhos lacrimejar e meus músculos urrarem de dor, como se informassem que o limite havia sido passado a muito tempo.

Estava há 2 metros de distância da área plana quando eu ouvi o estouro da água as minhas costas. O desespero invadiu meu peito e não quis olhar para trás, nem mesmo um segundo, ficando em meu objetivo atual.

1,70m. Ouvi um estalo no meu ouvido esquerdo, o que podia querer dizer que algum vaso havia se rompido.

1,30m Minha consciência parecia querer se esvair, mas mordi o interior da minha bochecha para poder me obrigar a ficar desperto.

80cm Árvores estalaram sobre a força da água ao meu redor.

40cm As ondas começaram a se chocar contra o paredão.

10cm Eu senti gotículas de água contra minhas pernas.

0cm Eu gritei quando icei meu corpo para a pequena reentrância no paredão, caindo na pedra plana com a visão escurecida.

Não ouvi, nem vi mais nada. Tossi feito um louco, achando que meu pulmão sairia pela boca a qualquer minuto.

- Yuu-kun conseguiu se livrar do jutsu… yeeeee. - Disse aplaudindo como se fosse uma criança. Eu não conseguia vê-lo, estava muito preocupado tentando recuperar o fôlego. - Tome seu tempo e descanse, tenho umas coisinhas pra te ensinar.

Não sei quanto tempo demorou até que eu me sentisse bem o suficiente para levantar, mas as ondas ainda quebravam contra o paredão. A chuva tinha passado e o céu estava escuro, com poucas nuvens passeando pelo céu estrelado.  A lua iluminava o rosto do meu pai que parecia concentrado em seu reflexo no lago que ele criara.

- Como vai explicar isso? - Inqueri, meu sorriso fraco, meus músculos ainda não recuperados do treino forçado.

- Estava esperando você acordar para me sugerir uma boa desculpa. - Ele riu com sua própria piada.

- O senhor disse que tinha algumas coisas pra me ensinar… - Inqueri e ele afirmou com um aceno de cabeça.

- Acho que você deveria desenvolver seu segundo elemento agora. - Disse sério, saltando para as ondas e ficando acima delas como normalmente shinobis faziam. Eu o acompanhei.

Ele me fez pensar a respeito do elemento que eu desejava aprender e me lembrei da segurança que a montanha me deu, de como fora meu abrigo naquele desespero todo. Talvez eu fosse capaz de ter essa mesma sensação se dominasse o elemento.

Era tudo que eu precisava, segurança.

- Eu já sabia que você ia escolher pelo meu elemento nêmesis. - Falou desanimado. - Eu não posso te ajudar muito quanto a isso, mas há algo que você precisa aprender. - Ele jogou um pergaminho. Eu o abri rapidamente, vendo o que parecia ser uma maneira de substituir selos de duas mãos por de uma. Algo a ser estudado. - Sua próxima tarefa, subir o pico, sentir a terra e lá em cima tem sua tarefa final. - Ordenou apontando para o paredão que se erguia ameaçador.

- Só pra eu saber… - Perguntei já cansado. - ...Essa tarefa inclui risco de morte? - Ele riu e deu de ombros, desaparecendo por sobre as águas.

Sem outra opção, subi a parede como ele me instruíra, subindo o paredão na como um shinobi, mas como um alpinista, sentindo como a pedra podia ser ingrata, traiçoeira e escorregadia. Como ela podia ceder facilmente se não fosse respeitada, cortar seus dedos se não fosse temida e, principalmente, ocultar perigos como escorpiões - quase fora pego por um.

Quando cheguei no topo do pico, o sol estava nascendo por entre os picos, revelando um campo de treinos de shuriken. Bom...Ao menos não era algo tão cruel quanto ser perseguido por um pai adotivo com a alcunha de “Louco”.

Tentei praticar com as shurikens, tentando fazer curvas com elas em especial. Era algo bem importante. Em dado momento consegui, inclusive acertar uma árvore atrás de outra.

Depois que senti que estava satisfatória a capacidade de arremesso, passei para a maneira de substituir os selos de duas mãos para de apenas uma.

Foi especialmente complicado porque havia de ter uma coordenação motora fora do comum, mas no fim da manhã eu estava faminto e satisfeito, pois a terra parecia responder ao meu chakra.

Treinamento de Atributo: 02 em Stamina. (900 Palavras)
Treinamento de Elemento: Dotton. (300 Palavras)
Treinamento de Qualidades: Perícia em Shurikenjutsu (01); Habil em Selos (01). (600 Palavras)
Total de Palavras: 2356/1800

Equipamento:

[/b][/b][/b]

  • Kunai: 05;
  • Shuriken: 00;
  • Fuma Shuriken: 04;
  • Senbon: 10;
  • Kibaku Fuuda: 04;
  • Kemuridama:] 03;
  • Makibishi: 05;
  • Hikaridama: 03;
  • Fios: 5m;
  • Ampola : 00.

[b]
(C) Ross
[/b]

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Ficha / Criação / Banco / Mods / Compras J.
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— Treinamento de Atributo: 02 em Stamina. (900 Palavras) (Aprovado)
— Treinamento de Elemento: Dotton. (300 Palavras) (Aprovado)
— Treinamento de Qualidades: Perícia em Shurikenjutsu; Habil em Selos. (600 Palavras) (Limite de 1 treino semanal de qualidade 1 ponto... Escolha uma delas p/ ser aprovada)
— Total de Palavras: 2356/1600

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"Desista da ideia de me fazer desistir"
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Jōnin
Jōnin

Habil em selos <3

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Ficha / Criação / Banco / Mods / Compras J.
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@Arlong escreveu:[post="/t57196-treinamento-survive-if-you-can#380534 narrador"]— Treinamento de Atributo: 02 em Stamina. (900 Palavras) (Aprovado)
— Treinamento de Elemento: Dotton. (300 Palavras) (Aprovado)
— Treinamento de Qualidades: Perícia em Shurikenjutsu; Habil em Selos. (600 Palavras) (Limite de 1 treino semanal de qualidade 1 ponto... Escolha uma delas p/ ser aprovada)
— Total de Palavras: 2356/1600

@Aprovado... Ressaltando que o mesmo escolheu 1 das qualidade... Hábil em Selos (1)

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"Desista da ideia de me fazer desistir"
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