Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
.
.
.
.
.
Últimos assuntos
» [Treinamento] Dividindo Dons
Hoje à(s) 03:45 por Mordred

» [T] Uta
Hoje à(s) 03:43 por Uta

» 3) Solicitações de Avaliação
Hoje à(s) 03:31 por 'Aisha

» Missões Ryo
Hoje à(s) 03:29 por 'Aisha

» 1) Solicitações de Roleplay (Plotting)
Hoje à(s) 03:11 por Victor151

» Ficha - Em construção.
Hoje à(s) 02:55 por Kádmos

» 2) Solicitações de Missões
Hoje à(s) 02:26 por Hipátia

» [BAR] Elizabeth's Bar
Hoje à(s) 02:21 por Kaginimaru

» [ Bolão - 21/06 ] Vem Hexa!
Hoje à(s) 02:14 por Aoi

» [ Bolão - 22/06 ] O Hexa é real!
Hoje à(s) 02:05 por Escanor


Convidado


22/6/2018, 04:10
Mensagens: 0
Geral
RPG
Ficha de personagem
Rank:
Perso:
HP:
CK:
ST:

Notificações
Não há notificações
Resetar as notificações

<

[RP] Olly

Página 2 de 2 Anterior  1, 2

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[RP] Olly - em 21/10/2017, 22:48

Relembrando a primeira mensagem :




NARRADOR
| Estação: Outono | Clima: 10º | Hora: 04h00 | Post: 1/? |
Local: Quarto de Olly.

Enredo: O sol não havia nascido quando um pássaro mensageiro foi enviado até a casa de Olly diretamente do escritório da Raikage. O pássaro transportava uma pequena carta contendo informações sobre uma importante missão que o escritório da Raikage acreditavam que poderia ser bem efetuada pelo ninja Olly.
O pássaro pousa na janela do jovem, percebe que ele ainda dormia e volta a voar, entrando no quarto do garoto e largando a carta exatamente sobre o rosto do ninja. O pássaro solta um pio e volta a sair pela janela.


Dentro da carta havia a seguinte fala:

Olly, você foi selecionado para realizar uma missão de Rank B.
Recebemos informações de que diversos bandidos do país estão se reunindo em um pequeno vilarejo pelos arredores de Kumogakure com o objetivo de traçar um plano para um atentado na vila. Há boatos de que talvez exista um Nukenin de Kumogakure encabeçado da operação.
Vá o quanto antes para o local demarcado no mapa abaixo, se infiltre na reunião dos bandidos que acontecera em uma taberna do vilarejo e colete informações. No momento não queremos confusões, por isso tente ser o mais discreto possível.
Grato, escritório da Raikage.

Considerações: Narre sua preparação, sua saída de Kumogakure e sua ida até o pequeno vilarejo. Pode parar a narração quando avistar o local.

avatar
Chūnin
Chūnin

Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 12:48



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

– Você? Jamais achei - ou poderia pensar - que Mi sofria de algum tipo de vício. Ela nunca, em hipótese alguma, deixou claro seus anseios, e descobrir assim, tão de repente, chocou-me. – Alcoólatra? Eu estava inconformado, de verdade. Trajando meu sobretudo, sentei-me novamente em uma das poltronas e, sem perceber, deixei-me tomar pelo assunto de tal forma a amenizar tudo o que eu estava tendo e que já havia tido antes, no banheiro daquela taberna. – Por favor... Eu preciso mesmo de ajuda. Quando eu era mais novo eu... Eu sofri com algo que me fez apelar para a... Não sabia se devia falar, mas falei. – Maconha. E ela sempre me ajudou a esquecer os males... Acontece que eu não sofro mais com nenhum tipo de problema relacionado a esse mal, mas ainda assim uso... Uso muita maconha... É como se fosse uma sequela... Não conte isso pra Rukia, por favor! Tenho receio do que ela pode pensar de mim e, também tenho medo de perder o meu cargo... Eu nunca faltei com a responsabilidade aqui, eu não quero ser despedido... Desesperei-me novamente, dessa vez por um motivo cabível, mesmo que de forma exagerada. – Estou me exaltando de novo - Respirei fundo e coloquei meus cotovelos em cima dos joelhos, tampando meus olhos com as duas mãos. – Desculpa, Mi.

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 13:01


- E bom se exaltar em momentos que é preciso se exaltar. Quero te pedir uma coisa - ela abria uma gaveta de sua mesa e pegava uma chave, ela jogava para Olly pegar - quero que passe a noite na minha casa, quando meu expediente acabar eu vou para lá e você passará por esse problema com toda certeza.

Assim que Olly se aproximasse da porta para sair Mi o chamaria para lhe entregar algo:

- Eu tenho duas pilulas aqui, uma verde que contem uma concentração de maconha e a outra ,uma azul, que serve para você dormir mesmo que não queira para passar da parte mais difícil que é quando você não consegue dormir por mais que você queira.


Mi se sentava em sua cadeira e voltava a fazer seu trabalho com as papeladas.



Obs: Vá para a casa de Mi passar a noite. 14/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 13:14



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Lidar cara a cara com alguém que sabe do que você está falando e pelo o que você está passando, é completamente diferente de ser julgado por alguém que jamais imaginaria o quão forte é o vício, e o que ele faz você querer fazer. – Mi, você não precisa... Sem que eu pudesse completar a frase, ela se ofereceu a dividir a casa comigo, desejando que conversássemos mais a respeito de ambos os nossos problemas. Eu peguei a chave e aceitei. – Certo. Para onde devo ir...? Digo, onde você mora? Após ouvi-la falar, dirigi-me cabisbaixo para a porta de saída e, depois, para o lado de fora do gabinete. Mas antes, acabei recebendo alguns agrados. Por que é que está me dando isso?

– Eu acho que entendi. Ela me deu duas opções: Apelar para a pílula verde e continuar me drogando, ou resistir ao vício e compactuar com a azul, que me fará dormir... Mas, por que não me dar somente a azul? Se aquilo era um teste, então eu certamente passaria nele. Mesmo que não tenha sido muito a se falar, o diálogo há pouco com Mi me salvou de algo que não sabia dizer o que era. Compreender que havia alguém do meu lado em um momento crítico pela segunda vez no dia, fez-me alguém mais feliz. As coisas estão caminhando bem! Primeiro Anna, e agora Mi. – É aqui - Auto afirmei, analisando a fachada da casa da sub-assistente e adentrando-a com ambas as pílulas na mão.

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 13:25


Olly havia acabado de sair do gabinete quando Mi aparecia levemente desesperada com uma prancheta na mão e algumas folhas ainda cheias de coisas escritas e áreas para assinar. Mi agora do lado de Olly perguntava para ele:

- Você escolhe qual pilula? Apesar de não ser bem visto ninjas que adictos ainda existem alguns que conseguem viver a vida de forma funcional- Mi continuava a andar acompanhada de Olly e dizia - moro logo ali, vamos pois teremos uma longa noite pela frente.

Assim que chegam na casa de Mi, Olly ficava sozinho por uns minutos na sala enquanto a moça ia para seu quarto trocar de roupas para algo mais confortável. Mi retornava a sala em roupas mais informais, um pijama.

- A primeira noite é a mais difícil, mas se conseguir passar dela o resto se torna algo mais fácil.


Obs: Você esta na sala da casa de MI, converse um pouco com a Mi, pondere sobre as pilulas, faça outra cosia, seu personagem é livre. 15/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 13:51



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

– Oh, sim, vamos! Antes que eu pudesse dar mais alguns passos depois de abandonar o gabinete da liderança da Nuvem, Mi surgiu ao meu lado com uma das pranchetas que eu estava muito acostumado a ver. – Eu creio preferir a azul... Já que estou disposto a obter ajuda, é claro que não devo me deixar levar pela... Pílula verde. Não queria dizer o nome da droga de novo. Parecia que toda a vez que o citava, a vontade aumentava. Era estranho. – É aqui? - Indaguei, mesmo sabendo a resposta. Estávamos de frente para a fachada da sub-assistente. Tirei meus sapatos e fui entrando.

O lugar era lindo. Toda a decoração com base em esculturas antigas e quadros conceituais era muito reconfortante. As paredes desenhadas e o piso de taquinho me faziam sentir em casa. Afinal, ambas eram muito parecidas nesse sentido. – Nossa - Deixei escapar. – As paredes e... o chão, são muito iguais aos meus - Informei, mesmo que fosse irrelevante. – Tudo bem, sem problemas - Concordei, assim que a mulher falou sobre ir até o seu quarto trocar de roupa. Cacete! Olhando aquelas duas pequeninas ampolas, controlei a minha respiração para que todos os sintomas da abstinência não voltassem, já que conseguia sentir meu coração acelerar... De novo.

Chegando no momento exato ao que eu me renderia à pílula verde, Mi discursou sobre as dificuldades da primeira noite, fazendo-me enrubescer de vergonha. – Merda! - Gritei, lançando aquela tentação pela janela com toda a minha força. – Eu não ia fazer isso, Mi! Eu juro! A quem eu estava enganando? Era mais forte do que eu. Mas agora ela já não existe mais! Tinha arremessado-a para bem longe, afinal. – Onde é que eu posso me deitar? Se não se incomodar, eu fico aqui no sofá mesmo - Prossegui, querendo que a mulher não tocasse no assunto "muita vontade de usar maconha". – Vou tentar pegar no sono sem precisar usar a azulsinha.

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 13:55


- Tudo bem Olly, vou ficar em meu quarto- ela se levantava e deixava outra pilula verde na mesa central, próximo ao garoto e dizia com segurança - não adianta se afastar da tentação. É preciso que você diga não a si mesmo, justo quando a droge esta exposta na sua frente. Seja forte e os benefícios apareceram depois de um tempo.

Mi se retirava da sala e fechava a porta de seu quarto.


Obs: narre como conseguiu dormir mesmo com a droga próximo de você. 16/20

Off: eu to correndo que nem louco, só vamo.

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 14:24



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Ela tinha razão, era impossível que eu conseguisse me desprender do vício se eu não fosse exposto a ele de maneira agressiva. E encontrando-me em abstinência, certamente tentar dormir ao lado da minha droga era uma forma de exposição mais do que agressiva. Por que é que eu não pego? É só uma... Não vai acontecer nada demais se eu pegar... Eu não vou morrer ou matar ninguém por isso! Será? Dada as circunstâncias em que me encontrei quando não pude ter acesso a droga hoje mais cedo, será mesmo que eu não seria capaz de matar para tê-la? E se eu a tivesse, de tanto consumir, um dia eu não poderia morrer? Meus pais, Anna, Joba, Rukia... Eram muitas as pessoas a quem eu não havia contado absolutamente nada, e o que eu mais queria era continuar sem falar, mas em troca disso, superar a dor. Superar as minhas vontades, os meus desejos, o meu... Vício. Aquilo definitivamente havia se tornado um vício, e eu não podia deixar que me consumisse a ponto de me fazer ignorar a minha integridade, as minhas amizades, a minha família, a minha vida shinobi. – Eu vou te vencer, maldita... Eu vou te vencer... Foi ali, deitado de lado no sofá, com a droga exposta bem na minha frente, sob os meus olhos, que eu adormeci.

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 14:33


O dia amanhecia, Mi preparava um ótimo café da manha para Olly dejejuar com estilo por ter conseguido passar a tão grandiosa primeira noite.

- Fico feliz que tenha passado a primeira noite Olly. Quero te dar um premio - Mi segurava em uma de suas mãos um colar com uma pequena pedra verde que lembrava aquela usada para tentar o menino a cair de volta no vicio - Quero que use esse colar Olly, sempre que olhar para ele quero que lembre-se da droga e tudo de mal que ele lhe trouxe.

Mi jogava o colar para Olly pegar e coloca-lo, a moça dava um belo sorriso e terminava dizendo:

- Como está o café da manhã?

Colar:
Obs: 17/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 14:49



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Naquela noite não houveram sonhos, e muito menos pesadelos. Tudo o que eu consegui enxergar enquanto dormia era o escuro, que deixou-se clarear assim que Mi abriu as janelas da sala, anunciando o Sol de meio dia. – Jesus - Resmunguei, colocando ambas as mãos na frente do meu rosto. – Fecha isso, Mi! Ignorado. Esse cheirinho... Gostoso! Era um puta café da manhã, daqueles parecidos com o de avó, de tanta coisa disposta em cima da mesa. – Mi, eu nem sei como te agradecer... E depois do que viria, saberia ainda menos. – Um colar? - Perguntei, tomando-o e analisando-o como se fosse muito mais precioso do que de fato era. – Muito... muito obrigado mesmo! - Agradeci, abraçando-a fortemente antes de me sentar para tomar o café.

– Incrível! Essas torradas com geleia são muito boas! E o omelete estava no ponto! Parabéns pela mão! Ninguém negaria o que eu estava dizendo caso provasse daquela mesma comida. Eu poderia frequentar a casa da sub-assistente todos os dias depois que descobri o quão bom era se alimentar ali. – Brincadeiras à parte, Mi... Eu queria mesmo te agradecer, mais uma vez, por tudo o que você me disse e, principalmente, por tudo o que me fez. Deixar com que eu dormisse aqui hoje e, depois, me dar toda essa comida e... E o colar... Muito obrigado, mesmo! Eu serei imensamente grato por isso, sempre! Com certeza vou me lembrar de cada momento, assim que a maconha tentar me puxar de novo...!

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 14:56


- Ora, ora já esta até falando o nome da sua droga normamente- ela se levantava da mesa - bom, eu tenho que ir trabalhar, sempre que estiver com problemas em relação a isso venha me procurar espero que se torne um ninja ainda mias poderoso Olly.

Mi saia de casa com suas roupas mais comuns de sub-assistente e acenava sinalizando um tchau para o menino que parecia ainda se deleitar com o café da manhã.


Obs: 18/20. Pode sair da casa da Mi, defeito superado.
Off: falta bater o minimo de post, vamos curtir a vila um pouco, ou faça algo diferente que quiser.

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 15:08



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Vendo Mi abandonar a casa e se dirigir ao seu trabalho, recordei-me que também deveria fazer o mesmo, já que não comparecia ao gabinete há alguns dias por motivos de missões e outros afazeres capazes de justificar minhas faltas. – Mi, espera! Eu vou com você! Terminando de bebericar o café com leite de um dos copos em cima da mesa, e recolhendo a minha louça para dentro da pia da mulher, caminhei até a porta e fui para as ruas da Nuvem ao lado da minha colega de serviço e mais nova amiga. – A gente trabalha no mesmo lugar, afinal!

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim. Pode terminar enrolando dentro do gabinete, comigo fazendo o meu serviço de assistente da Raikage, supervisionando papeladas e assinando contratos, termos e etc.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 15:15


Olly e Mi seguiam juntos para o gabinete trabalhar e finalmente o garoto parecia se sentir mais livre com a vida em si após tirar o peso do vicio, era algo que nunca sairia dele mas ontem ele aprendeu a como lidar com isso. Pela primeira vez Mi realmente viu a força de vontade que Olly possuía, era algo de se invejar.

- Bom, vou para minha sala. Qualquer coisa apenas me chame. Tenha um bom dia Olly-san, não esqueça de usar o colar.

Mi se dirigia para sua sala após se despedir de Olly.


Obs: 19/20. Pode terminar na sua sala.

Off: Aceitando feedback em como melhorar minha narração em rps. É isso!

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 15:24



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

O dia estava lindo, tão reluzente quanto eu. Não haviam nuvens que pudessem cobrir o Sol, e por esse motivo ele mostrava todo o seu esplendoroso poder. Mi e eu caminhávamos, enquanto conversávamos sobre qualquer coisa, até o famoso gabinete da Raikage, e assim que chegamos lá, nos despedimos e partimos, cada um, para as suas respectivas salas. Recordando-me de que ainda precisava concluir algumas coisas para com as papeladas na mesa de Rukia, tomei a liberdade de entrar na sua sala assim que bati e não obtive respostas.

Contornando a saleta e me situando atrás da mesa do Anjo de Kumo, pude observar a vista privilegiada que a líder tinha de toda a sua vila. Incrível, pensei, deslumbrado. Fechando os meus olhos por alguns instantes e recordando-me ligeiramente de tudo o que havia passado naqueles dois dias, lembrei-me que não havia mais contatado Anna a respeito de não ter conseguido falar com Rukia e, como consequência, não ter obtido uma ajuda para a sua missão. Antes que pudesse me preocupar em enviar um pombo com uma mensagem ditando sobre o ocorrido, agarrei o colar que Mi havia me dado e glorifiquei em voz alta. – Finalmente livre!

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 15:26

RP FINALIZADO

Recompensas: Missão rank B , ganhou 185.000 ryos
Superou defeito vicio

_______________________

avatar
Genin
Genin

Conteúdo patrocinado
Conteúdo patrocinado

Página 2 de 2 Anterior  1, 2

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

resposta rápida

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum