Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
.
.
.
.
.
Últimos assuntos
» [Treinamento] Dividindo Dons
Hoje à(s) 03:45 por Mordred

» [T] Uta
Hoje à(s) 03:43 por Uta

» 3) Solicitações de Avaliação
Hoje à(s) 03:31 por 'Aisha

» Missões Ryo
Hoje à(s) 03:29 por 'Aisha

» 1) Solicitações de Roleplay (Plotting)
Hoje à(s) 03:11 por Victor151

» Ficha - Em construção.
Hoje à(s) 02:55 por Kádmos

» 2) Solicitações de Missões
Hoje à(s) 02:26 por Hipátia

» [BAR] Elizabeth's Bar
Hoje à(s) 02:21 por Kaginimaru

» [ Bolão - 21/06 ] Vem Hexa!
Hoje à(s) 02:14 por Aoi

» [ Bolão - 22/06 ] O Hexa é real!
Hoje à(s) 02:05 por Escanor


Convidado


22/6/2018, 04:19
Mensagens: 0
Geral
RPG
Ficha de personagem
Rank:
Perso:
HP:
CK:
ST:

Notificações
Não há notificações
Resetar as notificações

<

[RP] Olly

Página 1 de 2 1, 2  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

[RP] Olly - em 21/10/2017, 22:48




NARRADOR
| Estação: Outono | Clima: 10º | Hora: 04h00 | Post: 1/? |
Local: Quarto de Olly.

Enredo: O sol não havia nascido quando um pássaro mensageiro foi enviado até a casa de Olly diretamente do escritório da Raikage. O pássaro transportava uma pequena carta contendo informações sobre uma importante missão que o escritório da Raikage acreditavam que poderia ser bem efetuada pelo ninja Olly.
O pássaro pousa na janela do jovem, percebe que ele ainda dormia e volta a voar, entrando no quarto do garoto e largando a carta exatamente sobre o rosto do ninja. O pássaro solta um pio e volta a sair pela janela.


Dentro da carta havia a seguinte fala:

Olly, você foi selecionado para realizar uma missão de Rank B.
Recebemos informações de que diversos bandidos do país estão se reunindo em um pequeno vilarejo pelos arredores de Kumogakure com o objetivo de traçar um plano para um atentado na vila. Há boatos de que talvez exista um Nukenin de Kumogakure encabeçado da operação.
Vá o quanto antes para o local demarcado no mapa abaixo, se infiltre na reunião dos bandidos que acontecera em uma taberna do vilarejo e colete informações. No momento não queremos confusões, por isso tente ser o mais discreto possível.
Grato, escritório da Raikage.

Considerações: Narre sua preparação, sua saída de Kumogakure e sua ida até o pequeno vilarejo. Pode parar a narração quando avistar o local.

avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 22/10/2017, 00:39



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Eu estava no meio de um imenso campo verde, recheado de rosas e tulipas, girassóis e orquídeas, com uma imensidão de mar e bastante, bastante vento, sonhando lindamente... Até que alguém me acordou. Não... Não alguém, mas sim... – Outro pombo? - Pensei alto, colocando ambas as mãos em cima de meus olhos e esperando para ver se eu conseguia dormir de novo. Não deu certo. Que caralhos eu vou ter que fazer, agora? O de sempre: outro nukenin. Que horas são? Olhei o relógio. Quatro horas da manhã. – O QUÊ? SÃO QUATRO DA MANHÃ? - Indignei-me. – São quatro da manhã e essa porra desse pombo veio me trazer essa merda? Ninguém gostaria de me ver com sono: Eu era o próprio capeta.

Ergui-me da cama e me recostei na parede ao lado, relendo o conteúdo do papel. Mais de um, anotei mentalmente. Mais de um filho da puta renegado. Com muito custo, levantei. Caminhei até o banheiro de cueca e camiseta e fiz ali o que tinha que ser feito. Quando saí, preocupei-me em carregar comigo todas as minhas armas e, agora, a minha mais nova espada. Quem sabe, seja hoje? O dia em que a empunharia pela primeira vez diante de uma batalha. Tudo pronto, mãe! Falei sozinho. Ela e meu pai estavam dormindo. Tudo o que eu consegui fazer foi deixar um bilhete antes de sair...

Mas isso tudo aí foi hoje mais cedo. Bem cedo, por sinal! Agora eu já não estava mais tão inconformado assim com o horário que acordei. Já havia se passado uma hora desde que recebi o chamado e, caminhando a passos largos, já conseguia avistar a silhueta do meu destino, mesmo que lá longe. Não tem nada que me identifique como um ninja da Nuvem? Certifiquei-me de que não. Minha bandana tinha ficado em casa propositalmente. Acho que é ali. Eu esperava muito que fosse, principalmente porque o frio estava estalando.

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [03] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 22/10/2017, 01:36




NARRADOR
| Estação: Outono | Clima: 18º | Hora: 09h00 | Post: 2/? |
Local: Vila extremamente pobre e pequena, repleta de civis.

Enredo:  O ninja conseguia ver que se aproximava da vila, era um lugar pobre, com poucas e precárias casas. A vila ficava entre alguns enormes picos e o vento que fazia naquela hora da manha era desagradável, não só pela temperatura como também pela cortina de areia e poeira que levantava.
 Ao chegar na vila Olly percebe que haviam muitos civis. Idosos sentados em seus sacadas fumando seu cigarros de palha, idosas acompanhadas de seus netos indo fazer suas compras diárias, etc. Só existia uma taberna naquela vila e ela era localizada bem no coração da vila, não seria muito difícil de localizar a mesma.
 Até o momento o jovem não poderia tirar muitas conclusões sobre o lugar e ao que tudo indicava as informações fornecidas na carta pareciam estar erradas, uma vez que Olly não conseguia identificar ninguém parecido com um bandido ou nukenin.

Considerações: Você pode explorar o lugar ou ir direto para a taberna que é o local indicado pela carta como sendo o local da reunião dos bandidos. Se for para a taberna você não encontrara ninguém, afinal ainda são 9:00, mas você pode usar isso ao seu favor, se disfarçar no lugar, colher informações com o barman, etc. Como eu falei, você pode sim dar uma volta pela vila para colher informações da mesma.

avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 22/10/2017, 16:07



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Andei por mais alguns minutos antes de realmente entrar naquele pequenino vilarejo. Toda a paisagem me remetia aos filmes de faroeste e àquele clichê de um único amontoado de palha passando de um lado para o outro na cena. Não havia muita vida ali, principalmente no sentido figurado da palavra. A julgar pela pacificidade do lugar, não parece ter renegados por aqui. Eu somente conseguia enxergar idosos, crianças e poucos... pouquíssimos adultos. Alguns estavam nas varandas, se balançando e tragando o fumo de um cachimbo; outros no meio da rua, pulando amarelinha ou brincando de bater paus como se fossem espadas; e o restante fazendo compras em uma ou duas quitandas, além de estenderem roupas na laje de suas casas. O clima ali era estranho.

Porra! A ventania trouxe consigo a fumaça de um dos tabacos acessos. Tossi com as duas mãos na boca e depois retornei-as para os bolsos do meu casaco. Fechei meus olhos abruptamente para impedir que mais alguma coisa entrasse neles. Abri. Respirei fundo e continuei andando até lidar de cara com a fachada da taberna indicada na folha de hoje de manhã. Eu não ouço nada. E o letreiro estava desligado. Muito provavelmente não abrira ainda. – Com licença! Alguém? Antes que eu precisasse chamar de novo, um homem surgiu atrás do balcão de vendas. – Será que podia me ajudar? - Indaguei sorrindo, indo me sentar de frente para ele, em um dos bancos do mesmo balcão.

– [...] É uma longa história... Já faz algum tempo que eu estou morando pelas redondezas, tentando fugir da realidade imposta pelos meus pais... Eu consigo me manter! Faço alguns trabalhos aqui por perto, e tal... Mas acontece que nos últimos tempos eles não estão vindo muito e... E eu tô sem grana. Mas eu não quero ter que retornar para a casa, então... Eu acabei chegando aqui com o intuito de conseguir um trabalho! Será que... Será que teria como eu servir aqui? Sei lá, garçom, barman, limpador de chão... Qualquer coisa! Eu estava rezando para aquilo ali dar certo.

Considerações:
Aparência. Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim. Entrei e, mesmo sabendo que era ali que encontraria os caras, não vi ninguém a não ser o barman. Daí, desenvolvi essa estratégia, onde trabalharei temporariamente até conseguir ouvir tudo aquilo o que eu quero da boca dos caras renegados.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [03] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 24/10/2017, 21:03




NARRADOR
| Estação: Outono | Clima: 18º | Hora: 10h00 | Post: 3/? |
Local: Dentro da taberna com seus assoalhos de madeira úmidos que quase se esfarelavam ao pisar dos clientes pelo local. O balção era novo mas já mostrava sua marcas de vivencia no local por conta da grande quantidade de arranhados e "machucados" que o balção apresentava.

Enredo: O homem por trás do balcão apenas enxugava suas grandes canecas e pequenos copos de sake enquanto ouvia a falacia do menino que possuía sua história completa sem falha alguma e com pausas bem pensadas para passar um ar de melancolia ao conto dito. Ao final de tudo ele respondia com um sorriso inesperado:

- Eu não caio nessa história, tente melhor com alguém que ainda acredite no passado dos outros- ele batia com copo de vidro na frente do garoto para servi-lo, foi forte o suficiente para causar um bom barulho mas com bastante cuidado para o copo não ser danificado de forma alguma -Pode trabalhar aqui se quiser mas eu aconselho para todos aqueles que tentam trabalhar aqui, seja um cliente por um dia e veja como o bar funciona em si. Caso não queira seguir o conselho... - ele bufava de forma sarcástica e balançava a cabeça ironicamente a ponto de brincar com seus próprios pensamentos -trabalhe como recolhedor de copos e pratos então- ele terminava colocando um pouco de água para seu mais novo ajudante a se hidratar um pouco antes que o momento da decisão que ele tomaria chegasse. Assim que a água foi colocada, o homem do balcão seguia para dentro da cozinha enquanto cantarolava uma musica de forma baixa.


Considerações: Tome uma decisão e parta dela até o momento em que a noite e os primeiros clientes cheguem, pare por ai então.
 


_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 25/10/2017, 19:17



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Filho da puta, pensei, mantendo a compostura e esboçando um sorriso no rosto; Somente eu sabia o quanto ele era falso. – Tudo o que eu disse é verdade... Mas isso não importa! Já que é assim, tudo bem eu começar hoje...? Agora? - Questionei, arqueando as sobrancelhas e projetando o meu corpo para a frente, dando a entender que eu estava precisando muito daquele emprego. A real é que eu estou mesmo. Afinal, era aquela taberna que eu deveria visitar para descobrir mais sobre os renegados: Nada melhor do que trabalhar nela, então!

Seguindo até a parte de trás do balcão e vestindo o meu mais novo uniforme (depois de tirar aquele sobretudo pesado), esperei que algumas outras instruções fossem dadas até que pudesse começar a colocar a mão na massa. – O lugar é movimentado? Digo, muitas pessoas vêm aqui? Retornei defronte à bancada e apoiei minhas palmas em cima de uma das mesas distribuídas pelo cenário. Minha perna direita flexionada e na frente, enquanto a esquerda permanecia atrás. – Que horas vocês costumam abrir? Eu não podia me esquecer dos meus principais objetivos. Se eles vierem cedo, vai ser melhor! Matar alguém à luz do dia é sempre mais fácil.

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [03] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 26/10/2017, 07:46

Enredo: o garoto optava por trabalhar logo de início ,seu objetivo era conseguir informações sobre o nukenin enquanto trabalhava. As horas se passavam e os primeiros clientes chegavam, pediam algumas bebidas mas pareciam ser pessoas normais e sem ambições monstruosas.
Por volta das sete horas da noite cinco ninja chegavam ao bar que estava bem cheio por sinal pegando uma mesa que estava semdo guardada de forma estranha, eles se sentavam eas pessoas deixavam as bebidas na mesa para servi-los, eles começavam a conversar e mesmo em meio ao ambiente barulhento e alegre que estava o local, aquele grupo conversava seriamente.


Obs:tente coletar informações sobre a conversa do grupo.

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 26/10/2017, 19:39



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Que loucura! Eu nunca tinha me imaginado trabalhando em uma taberna como recolhedor de louças, e agora eu estava lá, desesperado para conseguir dar conta de tanta gente e de tantos pratos e copos... Já haviam se passado mais de cinco horas que eu estava me empenhando naquilo, andando de mesa em mesa para perguntar se tudo bem retirar os lixos e todo o resto, ou se iriam usar. De tanto fazer isso, eu estava suado. – Eu preciso ir no banheiro, tudo bem? - Avisei o balconista, que prontamente admitiu o meu papel. Quanta gente, porra!, pensei, referindo-me a superlotação do lugar. Dirigindo-me para o banheiro e abrindo o zíper da minha calça, deixei a urina cair por quase um minuto.

Voltei. Mal encarados e, ao que me parece, cheios de grana... Cinco homens muito bem vestidos adentraram a taberna e exigiram, de um dos outros funcionários, que fossem levados até uma mesa reservada. Sem dúvida nenhuma... São eles. Ninguém mais havia feito reserva, e a carta do começo daquele mesmo dia continha o dizer de que estariam ali, mas não por acaso. – Deixem-me limpar a mesa para os senhores! - Ofereci-me, retirando de um dos bolsos do meu avental um pano pouco umedecido. – Agora sim! - Completei, depois de recolher e empilhar três pratos, dois talheres e alguns copos de chopp.

– Roupas bonitas, os senhores são daqui...? Ah, me desculpem! Fui totalmente indiscreto! Vou voltar para o trabalho! Fingi-me de sonso e continuei com os afazeres, de olho na mesa onde se sentaram e, principalmente, no movimento das suas bocas, tentando ler seus lábios. Quando consegui uma brecha, posicionei-me próximo aos prováveis renegados com os ouvidos bastante atentos. Já podem começar a falar! Ordenei mentalmente.

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [03] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 27/10/2017, 07:44

O ninja já estava trabalhando, as pessoa já estavam chegando e não parava de chegar mais gente. O bar em.si se tornou um grande aglomerado de formigas, mas falatava saber quem era a formiga rainha daquele local tão vivido.

O menino estava de recolhedor de pratos e como um ótimo recolhedor ele focou na mesa que havia sido guardada estranhamente visto que os nukenins estavam sentados lá. Eles riam, agitavam os braços e bebiam ainda mais, sempre que alguém chegava próximo a mesa um estranho silencio tomava conta dela, porém o ninja infiltrado conseguia apenas escutas uma frase de um dos mais bêbados da mesa:

- Cade os explosivos?!- o bebado terminava outra caneca e a colocava no centro da mesa redonda - eles devem chegar hoje de noite e inicaremos o plano.

Um dos nukenins da mesa que tinha o ar mais inteligente por estar com um livro em mãos e estava a tomar água ao inves de bebidas alcoólicas:

- Cala a sua maldita boca,karakiri. Não sei o porquê de você ainda o mantem no grupo.

Ele era respondido pelo homem que se sentava no meio entre outros nukenins:

- Do que seria uma explosão sem seu barulho?

O homem olharia para o ninja infiltrado caso ainda estivesse a recolher pratos e copos da mesa e daria um.sorriso mortal e periculoso como um se fosse um tiro de aviso ao menino bisbilhoteiro.

O mais nukenin língua solta se levantava e andava de forma ebria até o banheiro do bar.
.



Obs: bom você descobriu como vai ser o ataque deles, falta saber onde e a sua primeira missão estará concluida. Arrume um jeito de descobrir onde sera o ataque. 05/20.

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 27/10/2017, 20:16



HP: 325 | 325 • CH: 725 | 800 • ST: 04 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Então é isso... Eles tinham um plano; Ao que parecia estavam querendo estourar algumas pessoas ou determinada região com o auxílio de uma carga de explosivos que chegaria mais tarde. – Perdão, senhora! - Desculpei-me quando, distraído com os homens, derramei o restante da cerveja de um dos copos que recolhi, em cima de uma velha. Eu posso ajudá-la com isso! Espere um momento, por favor! Aquela era a minha deixa: Um dos cinco homens na mesa se levantou e traçou o caminho até o banheiro, e eu fui atrás dele para, supostamente, pegar algo que pudesse ajudar a mulher a se limpar. Assim que ele entrou no sanitário eu me preocupei em olhar ao redor, concretizando estar sozinho e impedindo a porta do toilette de se fechar.

Ele é rápido, hein? Não consegui avistá-lo do lado de fora de nenhum box, o que indicava que já havia adentrado algum. Que meias ridículas! Só existiam os seus pés por debaixo das paredes que interligavam as cabines. Era ele. Eu preciso te indicar uma consultoria de moda! Posicionei-me de frente para um dos mictórios próximos à entrada e esperei que ele saísse de onde estava, caminhando juntos até a parte das torneiras para lavarmos as mãos (ainda que eu não tivesse feito nada). – Eu não acredito que esqueceram de colocar os sabonetes líquidos de novo! Que saco, não acha!? E foi aí que nossos rostos se ligaram e eu ativei uma das minhas técnicas.

[...] – E então? O que é que vocês estão tramando, infeliz? FALA! Eu tinha passado o trinco na maçaneta da porta enquanto o homem permanecia no genjutsu, e agora forçava contra a sua garganta uma das minhas kunais, depois de ter fixado os meus dedos por entre seus cabelos, puxando-os fortemente. – Se você demorar mais algum tempo pra responder eu juro que te mato, puto! Não seria nada impossível arrancar a mesma informação dos outros quatro. Isso se eu não resolvesse matá-los sem conseguir quaisquer pista. – Anda logo, caralho! FALA!

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim. Continuei trabalhando depois de ter parado por alguns momentos para escutar a conversa, e foi aí que esbarrei na velha e decidi seguir um dos homens. Considerei que ele e eu éramos os únicos lá dentro, mas ainda que existissem mais pessoas é óbvio que eu esperaria que saíssem para fazer algo. Mandei a Ilusão Demoníaca da Gula. Eu fechei a porta - tipo espião - (enquanto o cara tava no genjutsu) com o auxílio de uma das minhas armas ninjas (isso porque minha inteligência é 5 e eu imagino ser capaz de conseguir fazer isso com todo o meu conhecimento) e depois fui pra cima dele com minha força bruta e uma kunai pressionando seu pescoço. Tudo tentativa e feito em velocidade máxima. Descontei o CH de acordo com a minha qualidade Grande Controle de Chakra. É isso.

Jutsu Usado:
Tsumi no Magen: Gura
(Ilusão Demoníaca dos Sete Pecados: Gula)
Rank:
A
Descrição: Como parte da diáspora de um conjunto de habilidades ilusórias único, a Ilusão Demoníaca do Pecado da Gula é responsável por reconstruir o cenário de maneira a levar a vítima até um banquete real contemporâneo, isto é, com direito a todos os mimos da nobreza, mas longe de um imenso castelo. O alvo é forçado a se sentar diante de um prato principal enorme e recoberto por uma tampa de ouro que, quando retirada por um serviçal sem face, mostra a sua refeição favorita. Inspirado por um desejo insaciável, alimenta-se tão depressa que demora a perceber que o que mastiga na verdade são as entranhas da pessoa mais amada. Deixando-se levar pelo desespero, inicia tentativas voltadas para a expulsão do alimento do seu estômago, colocando seus dedos e, as vezes, uma mão inteira dentro da boca. Aos poucos a silhueta do desesperado assume um formato singular e abstrato, contornando-se como um monstro gordo, molenga e possuidor de oito olhos que, agora, com o mesmo desejo insaciável de antes, anda em direção do serviçal sem face: esse acaba, então, fazendo suas características começarem a parecer com as da vítima.

A habilidade se faz acontecer ao que o inimigo contempla o rosto do usuário, e assim como outras Ilusões Demoníacas dos Sete Pecados, todo o desenvolvimento da cena passa num piscar de olhos, classificando-se numa extensão de um único post e se equiparando a um sonho no quesito velocidade de ocorrência dos fatos. Afetado pelo choque de se alimentar da pessoa amada e, depois, de si mesmo, a vítima costuma apresentar questionamentos sobre o que é ou não real assim que se liberta da ilusão, permanecendo estática por mais algum tempo depois do genjutsu cessar - um post -, deixando brechas para uma finalização. Os únicos dois modos de se libertar da técnica são através do que conhecemos como Interferência Externa e, de maneira mais radical, a dor.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [03] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 27/10/2017, 21:12

O homem jogado contra a parede começava a salivar enquanto presenciava o poder ilusório do recolhedor de pratos, seus olhos se reviravam e depois caiam, se focavam no menino que estava bem a sua frente com uma kunai contra a garganta do bêbado:

- Hihihi... você? hihihi... com uma pessoa a mais no grupo ou a menos não faz diferença - ele mostrava uma marca com kanji que estava no centro dela que significava "explosão" - Quero ver se tem culhão o suficiente para tirar minha vida e não morrer com as consequências disso.

O homem deixava sua cabeça recair para o lado em que a kunai ficava próxima a sua garganta. A saliva escorria de sua boca e caia sobre a kunai, assim que a saliva tocava a kunai a mesma começava a corroer, com um movimento de braços ele empurrava o garoto para ganhar distancia do seu mais novo inimigo que era cheio de ilusões. ele colocava suas mãos sobre os olhos e dizia enquanto ria e babava:

- Como colocara uma ilusão alguém que não vê... mas eu sinto cheiro hihihi.


Obs: Momento de decisão: ou mata ou realmente tira informações dele. 06/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 27/10/2017, 21:46



HP: 325 | 325 • CH: 650 | 800 • ST: 03 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Eu não podia negar que aquela marca me surpreendeu. Quando é que eu iria esperar que ele conseguisse me carregar com ele para debaixo da terra dependendo do que eu resolvesse fazer, principalmente dentro daquele espaço relativamente pequeno? Eu preciso acabar com isso logo! Querendo ou não eu ainda trabalhava para a taberna, e me atrasar mais algum tempo poderia colocar em risco a minha operação em prol de Kumo. – Vagabunda! - Referi-me a ele no feminino, observando a kunai derreter com o que quer que fosse aquilo que saiu da sua boca. – Argh... Que nojo!

– Quem foi que te disse que eu preciso das minhas ilusões? - Questionei enquanto fabricava selos de mão. – É melhor parar de respirar antes de conseguir sentir o cheiro do seu mijo! A fala era uma alusão ao medo que ele iria sentir com o que viria a seguir. – Elemento Terra: Dobradura Elíptica! Um forte feito a partir do chão se formou ao seu redor, admitindo proporções muito pequenas. – Elemento Terra: Lanças de Pedra! Do interior daquela mesma fortaleza surgiram estalactites bastante afiadas, que correram em direção ao corpo do infeliz. – E agora? Decidiu abrir essa boca, imundo!? Preocupei-me em ativar mais uma técnica.

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim. Fiz o forte e depois criei as lanças lá dentro, a partir do material da parede da fortaleza, tentando encostar no seu corpo com todas as lâminas. Eu não quero matá-lo, somente conseguir informações. Conto com a eficácia do homem em desviar das lanças, mas também conto com o seu medo e, consequentemente, passagem das informações necessárias, para mim. Descontei o CH como da última vez. Ativei uma Substituição no final. Tudo tentativa e feito em vel máxima.

Jutsus Usados:
Doton: Daen Oritatami
(Elemento Terra: Dobradura Elíptica)
Rank:
B
Selos: Cabra, Rato, Macaco e Cachorro.
Descrição: Depois de realizar os selos, o usuário bate a palma das mãos no chão e faz emergir uma espécie de cúpula terrestre, criada através de um movimento em espiral com a intenção de isolar o alvo. A técnica também consegue servir como uma defesa, podendo ser conjurada entorno do utilizador ou de seus aliados, mas a presença de cinco ou mais pessoas no forte é impossível. Como dito, no máximo quatro pessoas conseguem dividir o espaço. A técnica alcança um perímetro de vinte metros. O forte mede quatro metros de altura e cinco metros de diâmetro e é totalmente fechado. A dobradura é maleável, podendo diminuir de tamanho para dois metros de altura e três metros de diâmetro, contudo, isso só acontece consumindo a quantidade de chakra do rank da técnica. Para cada conjuração, caso haja mais de uma, é descontado a quantidade de chakra do rank da técnica. A técnica pode ser cancelada com um segundo toque da palma das mãos no chão.

Doton: Gansetsukon
(Elemento Terra: Lanças de Pedra)
Rank:
C
Descrição: Essa técnica permite que o usuário transforme o solo em lanças. O utilizador também pode usar a técnica para fazer emergir ou disparar contra seu inimigo diversas lanças de rocha simultaneamente.

Karasu Bunshin no Jutsu
(Técnica do Clone de Corvos)
Rank:
C
Descrição: Técnica de clonagem de nível inferior aos Clones das Sombras, pois requer menos chakra para a sua realização. Quando os clones são destruídos, se desfazem em corvos.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [03] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 28/10/2017, 14:43

O gordo ainda com as mãos sobre os olhos ria sem parar e perguntava ao menino depois de sentir que o espaço do gordo parecia ter diminuido e logo em seguida ele era cutucado por vários espetos de terra que o perfuravam levemente pelo corpo todo.

- Eu te conto caso entre para o grupo- ele tirava as mãos dos olhos e perguntava para o garoto que parecia estar se dissipando em corvos - Vai entrar mesmo? Se entrar recebera uma marca hihihi.

Caso o menino aceitasse entrar para o grupo o gordo começaria a falar sobre o plano deles que era de fazer um ataque ao portão principal do vilarejo de kumogakure. Por conta dos jutsus usado do garoto o homem do balcão que havia lhe dado um emprego começava a bater na porta trancada e gritava para as pessoas dentro do banheiro conseguir ouvir o que falava:

- Saiam dessa merda de banheiro. O que estão aprontando ai?!

O homem gritava e continuava a bater na porta do banheiro quase a quebrando de tantas batidas que eram dadas a ela.


Obs: situação foi dada acima aja como quiser. 07/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 28/10/2017, 15:22



HP: 325 | 325 • CH: 631 | 800 • ST: 02 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

– Vai se foder! Eu não aguentava mais os joguinhos daquele cão. – Inferno! Desci a última das lanças de baixo para cima, com o intuito de perfurar todo o seu corpo, empalando-o antes de o homem do balcão quase abrir a porta, de tanto socá-la. – Eu não consigo! Tá emperrada! - Gritava para ele, fingindo haver tentativas falhas de sair dali. – Você tem a chave? HEIN!? Enquanto isso, encostava a palma das minhas mãos no chão, desfazendo o que sobrou do forte depois da explosão e revelando o corpo desfigurado e ensanguentado do ninja infeliz. – Credo... - Cochichei, pegando e jogando o resto de carne pela janela.

O banheiro estava destruído. Foi destruído. Tanto que me obrigou a me refazer em corvos, depois de eu ser atingido pelo material que se desprendeu da fortaleza, assim que o maldito selo estourou. – Ainda está aí? - Perguntei para o homem do lado de fora da porta. Ninguém respondeu. Eu preciso disfarçar esse lugar de algum jeito, ou então... Ou então aproveitar que ele havia ido procurar a chave, para sair dali. – É melhor não entrar! De verdade, mesmo! Assim que o balconista se aproximou do toilette de novo, eu já tinha saído, alertando-o de que algo muito ruim havia acontecido lá dentro. Caso ele continuasse insistindo em invadir o espaço, seria obrigado a forçá-lo a ficar do meu lado e revelar toda a verdade quanto àqueles homens.

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim. Foi tudo tentativa, feita em velocidade máxima. Considerei que consegui exterminar de uma vez por todas o carinha, explodindo-o ainda dentro do meu forte e, assim, impedindo o banheiro de sofrer danos muito maiores (apesar de ter sofrido danos de qualquer forma). O homem chegou quando esse barulho se deu, e aí eu menti a respeito da porta estar emperrada e de estar tentando abri-la e não conseguir. Quando ele foi pegar a chave, já que também considerei que ele foi pegar a chave, saí do banheiro e esperei que ele me ouvisse quanto a não entrar ali. Caso ele não ouça, falarei a verdade e pedirei sua ajuda.

Jutsu Usado:
Doton: Gansetsukon
(Elemento Terra: Lanças de Pedra)
Rank:
C
Descrição: Essa técnica permite que o usuário transforme o solo em lanças. O utilizador também pode usar a técnica para fazer emergir ou disparar contra seu inimigo diversas lanças de rocha simultaneamente.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 28/10/2017, 15:51


O homem do balcão gritava:

- Afaste-se da porta.

O homem pegou o molho de chaves de seu bolso e o mexia com nervosismo para achar a chave certa para abrir a porta do banheiro. Depois de alguns minutos o homem do balcão conseguia abrir parte da porta mas rapidamente era cortado por um braço feminino que pegava a maçaneta e a fechava. Depois de uma rápida conversa entre o homem do balcão e a menina fazia com que o homem simplesmente deixasse aquilo acontecer sem ligar muito agora que ele saia com um saco cheio de ryo em suão mão e gritava para o resto do bar:

- Banheiro interditado, homens que quiserem fazer algo, que façam na rua!

A menina batia na porta e dizia para a pessoa ali dentro:

- Olly, é você? Você esta ai? se estiver saia do banheiro, vou estar tomando algo no balcão, me encontre lá.

A menina se afastava do banheiro e seguia até o balcão para se servir com um refrescante suco de manga.


Obs:08/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 28/10/2017, 16:55



HP: 325 | 325 • CH: 631 | 800 • ST: 02 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Meu suor descia frio, meus batimentos aceleravam, minhas mãos tremiam e meus pensamentos vibravam em velocidade máxima. O que é que eu deveria fazer diante de tanta destruição, estando prestes a ser descoberto pelo mesmo homem que me admitiu? Como eu esperava poder continuar trabalhando e, consequentemente, contribuindo com informações para o cumprimento da minha missão, assim que ele entrasse naquela merda de banheiro e visse o que o filho da puta me obrigou a fazer? Eu não conseguia parar quieto, e também não conseguia parar de gritar mentiras. – A culpa não é minha! A porta simplesmente emperrou! De tudo o que existia de errado ali, somente pude dar conta dos restos do corpo morto. E agora? Eu realmente não sabia responder.

Meus olhos se arregalaram, e a minha cabeça, antes abaixada, ergueu-se vívida. O quê? Gradativamente os batimentos diminuíram e a tremedeira e o suor pararam. Meus pensamentos não precisavam mais se preocupar por hora: Só Deus sabe o quanto foi reconfortante ouvir aquela voz. Eu não acredito! Eu podia jurar que conhecia quem estava falando do outro lado da porta, e dessa vez não era o mesmo timbre de antes. – Sim, sim! Sou eu! Andei por meio aos escombros para fora do banheiro, traçando o caminho até o balcão depois de sacudir toda a poeira do meu avental e ajeitar o visual. – O que você tá fazendo aqui? Eu não me importava com os motivos. Estava muito feliz.

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim. Mesmo que a pessoa não seja Anna, se ela me conhece, eu imagino que conheço ela também, e só por ter me salvado de uma situação crítica como aquela, fiquei em êxtase. Caso a salvadora não seja a NPC que citei, considere somente as minhas falas no post.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 28/10/2017, 17:07


Anna acenava para Olly assim que o via fora do banheiro e o convidava a se sentar, ela segurava o copo com seu suco bem gelado com ambas mãos, e pelo canudo verde fosforescente ela bebia o liquido para saciar sua sede. Quando terminava de tomar metade do seu suco ela falava:

- Olá Olly, quanto tempo não? - ela voltava a beber o que restava do suco de manga pelo seu canudo e voltava a falar agora com a voz mais natural por ter sido hidratada segundos atras - Eu recebi uma missão e vi que preciso das informações que conseguiu para prosseguir com a minha. A não ser que você queria se juntar, nós podemos dividir a recompensa caso queira.

O bar continuava barulhento como antes e algo estava faltando ali, o grupo de homens havia sumido do bar.

Obs: Era a Anna, passe as informações que adiquiriu e converse um pouco com ela. 09/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 28/10/2017, 17:29



HP: 325 | 325 • CH: 631 | 800 • ST: 02 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Convidado a me sentar, preferi permanecer em pé. Não podia deixar que meu chefe me visse descansando em pleno expediente. – Já faz bastante tempo, mesmo! - Respondi, esperando que ela terminasse de beber seu suco e de falar mais algumas coisas, para eu prosseguir. – Entendo... Bom, em plenas quatro horas da manhã de hoje me notificaram de uma missão que me trouxe até aqui, também. Admiti o cargo de recolhedor de louças pra que conseguisse continuar sem prestar contas ou satisfações a ninguém... E aí cinco homens muito esquisitos se sentaram em uma mesa e eu obviamente me preocupei em ouvir o que diziam: Estão armando um plano com uma leva de explosivos que já deve ter chegado... - Expus a hipótese, olhando para a mesa onde estavam sentados e não os vendo mais. – Foram embora, afinal!

– Você veio em uma ótima hora... Acabei assassinando um deles no banheiro e eu não tinha condições de disfarçar todo o estrago pra esse daí - Continuei, acenando com a cabeça em direção ao balconista. – Entende? Ouvindo a sua proposta para que trabalhássemos juntos, retirei o avental que estava usando e respondi: – Por favor, vamos sim! A real é que as coisas por aqui já acabaram faz tempo. Eu inclusive passei do horário, imagino... De qualquer forma, não vou continuar limpando mesas e empilhando copos e talheres, né? Podemos ir...! Mas, pra onde? Eu ainda não conseguia dizer qual o destino dos quatro renegados, e muito menos seus objetivos finais.

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 28/10/2017, 20:02


- Você vai me contar tudo que aconteceu no caminho haha- ele se levantava do local em que estava sentada, se aproximava de Olly e continuava - me espera lá fora e esteja preparado para correr,
vá.


Anna esperaria Olly sair do bar para fazer seu movimento de ir até a cozinha e interrogar o homem do balcão ela mesma. Depois de meia hora praticamente com Anna interrogando o homem do balcão ela saia com um saco de dinheiro na mão e um sorriso no rosto para Olly:

- Eu consegui uma localização, mas antes vamos correr antes que percebam o que aconteceu- ela saltava para cima de uma casa e começaria a pular sobre elas para encurtar o caminho que iria percorrer - Bom, Olly o homem do balcão disse que aquele grupo gritou varias vezes em outras ocasioes que ele pretendiam atacar o portão de Kumo- ela cruzava os braços enquanto pulava as casas numa forma de se mostrar pensativa - por que eles iriam querer atacar Kumo, não faz sentido. O que acha Olly? - Anna olharia para os olhos de Olly para dar a devida atenção ao garoto e terminaria falando - temos que intercepta-los

Obs: Fim da primeira missão, congratulations. Agora partiu segunda, dialogue com a Anna, 10/20.
Off: Se quiser perder o defeito vai precisar de mais de 20 posts mas como quer ir pro evento logo avisa se quer perder o defeito ou não.

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 28/10/2017, 21:35



HP: 325 | 325 • CH: 700 | 800 • ST: 04 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Foi depois de ouvir uma das últimas falas de Anna que resolvi apanhar o meu sobretudo e abandonar, finalmente, aquela taberna. Eu não podia nem imaginar o que é que ela faria para conseguir aquelas informações, mas a julgar pelos meus conhecimentos a respeito das suas habilidades e personalidade, certamente apelaria para a força bruta. Realmente bruta. Aquela garota é um monstro. O que eu pensava já havia sido comprovado em treinos entre nós dois. – Como é que foi, lá? - Perguntei, avistando-a sair do estabelecimento. – "O que aconteceu"? Que é que você fez agora, garota? Aquele tom de voz não me enganava. Eu é que não volto lá dentro...

Saltando com impulso suficiente para subir em uma das casinhas do vilarejo, iniciamos o andamento de uma outra missão, tarefa esta que contaria, muito provavelmente, com a execução dos comparsas da minha última vítima. – Então é isso? Eles querem algo contra a Nuvem, Anna? Reafirmei em forma de indagação, arqueando as sobrancelhas. – Não... Eu não consigo imaginar um motivo para isso. Eles me pareciam acatar ordens, pelo menos... Digo, nenhum deles exalava liderança, compreende? Era como se todos estivessem no mesmo patamar e servindo à alguém. Eu não sei, mas acho que algum inimigo maior está por detrás desses vermes... O que acha de nos dividirmos e, enquanto um se responsabiliza por procurar o paradeiro dos homens, o outro relata o atentado para a Raikage? Já que não sabemos suas localizações exatas, pode ser que consigam algum tipo de vantagem. Rukia certamente saberá o que fazer!

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim. Estou abrindo mão de uma das missões Rank B para conseguir superar o meu vício em Cannabis Sativa antes da RP acabar. Eu serei a pessoa que retornará para a Nuvem e informará a Raikage, que no caso desistirá de me reenviar para a missão, colocando outros no meu lugar. Dada a passagem de dois posts, recuperei parte do meu CH e também estamina.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 10:52


Anna dava um leve sorriso feminino quando era perguntada como foi lá dentro para fazer o homem do balcão dar informações. Depois de seu sorriso ela respondia a pergunta sobre o ataque que planejam em Kumo:

- Deve ser mais um grupo com mais uma ambição boba de destruir alguma vila- ela balançava a cabeça de um lado para o outro simbolizando negação - se eles ao menos tivessem um motivo digno.

Olly parecia dar uma ótima estrategia para acabar com esse grupo e Anna respondia feliz com a estrategia:

- Eu vou encontra-los e me soltar um pouco- ela alongava os braços - já faz um tempo desde que eu não me solto mesmo haha. Aqui nos dividimos Olly, espero te ver novamente, tchau.

Anna se afastava lentamente pulando um pouco mais rápido de telhado em telhado até se afastar a ponto de Olly não conseguir mais vê-la na sua linha de visão.


Obs: Pode começar a narrar seu caminho até o gabinete do raikage, assim que chegar lá pare por favor. 11/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 11:27



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Concordando com a estratégia que havia sugerido, Anna deixou bem claro o que é que faria com os homens caso os encontrasse: Fiquei feliz em saber que morreriam. – Eu espero o mesmo! Até mais! - Despedi-me, alternando a direção que seguia antes, para o trajeto de volta à Nuvem. É estranho pensar que querem nos atacar... Isso porque Kumo não havia interferido na vida ninja de nenhuma das cinco grandes nações, e muito menos das vilas menores, é claro. Isso me intriga.

Transpassando a cobertura de prédios e os telhados de algumas casas, além de uma quantidade razoável de árvores, consegui avistar os conhecidos portões da vila onde moro. – Rukia precisa estar aí! - Pensei alto, descendo aos chãos para continuar o caminho até o seu gabinete por terra. Não consegui perceber nada de diferente no fluxo da vila, nem nas pessoas, nem no comércio. – Mi? Eu preciso falar com a Raikage. Diga-me que ela está, por favor! Mi era a mulher responsável pelas papeladas e todo o resto, depois de mim. Na minha ausência, ela segurava as pontas. – Por favor! Por favor!... - Prossegui cochichando.

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 11:36


Mi estava sentada em sua cadeira quase que escondida pelos papeis que se empilhavam em sua mesa falava para Olly:

- A Rukia-san não esta, estou segurando as pontas... novamente- ela terminava de dizer assinando papeis, ela os reorganizava e analisava rapidamente o menino Olly - Esta tudo bem com você? Você parece meio abatido.

Senta aqui, venha tomar uma água e comer algo. Mi se sentava, pegava uma xícara de café o degustava enquanto pegava um bolacha para comer.

- Venha logo Olly, não tenho muito tempo para enrolar. O que aconteceu com você?


Obs: Abre o jogo pra ela se possível sobre seu vicio. 12/20

_______________________

avatar
Genin
Genin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 11:54



HP: 325 | 325 • CH: 800 | 800 • ST: 05 | 05 • VEL: 18m/s
holy shit

Eu não tinha fumado desde que acordei. E eu não ficava sem fumar por tanto tempo em um dia, desde que comecei com isso. Todo aquele trabalho com os caras na taberna, e agora a preocupação com o ataque perante à Nuvem... Isso tudo estava me fazendo piorar. Eu precisava relaxar. Eu ia relaxar. Mas... Mas não agora. Não na frente da Mi. O que é que ela pensaria de mim? Quando é que eu virei um dependente?, questionei-me, percebendo uma mudança repentina no meu comportamento e, acima de tudo, no meu corpo. Aquele mesmo suor gelado de antes, aceleração dos batimentos cardíacos e a tremedeira nas mãos. Isso era... Isso é abstinência? – Por favor! Por favor! Por favor!... Eu não mais suplicava por Rukia. Eu suplicava por droga.

A cena parecia estar rodando, e Mi parecia emudecida, já que não conseguia ouvi-la desde que entrei ali. Por que é que...? Não tinha resposta. Mas felizmente meus sentidos se estabilizaram. – Abatido? Não... Não... Eu estou bem. Muito bem, obrigado. Mentira. A verdade é que eu culpava um trauma de infância pelo meu vício, e mesmo tendo o vencido continuei um maconheiro desgraçado. – Não... Não... Eu não estava bem, mas a questão era: Em que Mi poderia me ajudar? Se eu não me senti à vontade de contar sobre isso para os meus pais, como é que eu conseguiria abrir a minha boca para aquela mulher, que nem de longe tinha o mesmo nível de afinidade comigo que Levi e Haza têm? – Estou indo.

Sentando-me em um dos almofadados da sala de espera, joguei o meu corpo de maneira a elevar a minha cabeça e enxergar o teto. – Não aconteceu nada... Ou eu queria que não estivesse acontecendo... Eu não sei... Por alguns instantes eu pareci melhorar daquela angústia, daquela necessidade, daquela tremedeira, aceleração cardíaca, suor... Mas não por muito mais tempo. Elas haviam retornado, e agora com mais vontade. Mais força. – Eu vou ao banheiro! Chegando lá, deparei-me com o espelho e com a minha imagem: Não consegui me reconhecer. De um dos meus bolsos, encontrei e tirei um beque enrolado e prontinho para queimar. Pensei bem... Muito bem... Abri a porta de volta e dei de cara com a mesma mulher de antes. – Mi! Eu preciso de ajuda!

Considerações:
Aparência (sem sobretudo). Bolsa de armas atada a coxa direita. Taberu embainhada em mim.

Arma:

Taberu
(Devoradora)

Espécie: Lendária.
Rank: S.
Descrição: Quando mais nada existia, mesmo antes de buracos negros surgirem, de as galáxias se formarem e de poeira cósmica se espalhar, Kūsō, A Personificação do Vazio, sentindo-se afoito pelo escuro da solidão, criou e, mais tarde, conspirou contra as vontades de Sōkū, O Deus de Tudo e Todas as Coisas, de fazer nascer a sua primeira dádiva: Jinsei, o universo como conhecemos hoje, proferindo que somente a existência de seu filho era o suficiente para lhe arrancar o seu título e proporcionar deleite. Insatisfeito, Sōkū e Kūsō formularam a primeira briga de toda a vida, e com ela trouxeram, a cada conflito de suas armas, a criação de centenas de realidades capazes de abrigar diferentes partes das suas personalidades, confrontando até que quase nenhuma delas sobrasse.

Alimentado pela vontade e pelo orgulho, Sōkū acabou vencedor e, como prêmio, recebeu o comando de todo O Primeiro Plano, a realidade em que vivemos, e seu pai, Kūsō, ficou com os cenários difusos, cheios de crises, confusão, escória e nada, absolutamente nada, assim como eram as coisas antes de o nascimento da sua cria. Revendo suas atitudes, arrependeu-se de não usufruir de toda a potência contra O Deus de Tudo e Todas as Coisas e, por isso, desobedeceu o trato que dizia não poder transpassar as barreiras do Segundo Plano, lançando mão da sua presença para conseguir se infiltrar em uma parte do Mundo de Cima e dar um fim a tudo, novamente. Mas as forças resistentes eram muito poderosas e, assim, ao invés de se transportar por inteiro e se vingar, precisou se resumir a uma mera espada violeta, com os seus nove olhos a adornando e vigiando o império de Sōkū, a pior ingratidão que lhe aconteceu.

Agora como uma arma, Kūsō carregava consigo a maior energia vital de todas, possibilitando de amplificar em tamanho e poderio o que viu ser apelidado, pelo humano que a empunhou, de Taberu, A Devoradora. Sorrateira e furtiva, a espada se tornou capaz de adaptar seu feitio a quaisquer que fossem as habilidades de quem a comandasse, justamente porque A Personificação do Vazio era O Pai de Tudo e Todas as Coisas. Esbanjando vigor, aliou-se de maneira ímpar ao seu dono e, finalmente, Kūsō pôde se considerar liberto da solidão que tanto temia e doía, proporcionando ao espadachim um presente divino: o diálogo com o dono da primeira expressão de som já existente, do primeiro eco rebobinado e da maior intensidade sonora conhecida, conduzindo seus adversários a uma temível destruição auditiva.

Hoje, distanciado de ódio e rancor, Kūsō permite ser empunhado com a intenção de destruir todas as partes da personalidade de seu filho, inclusive o próprio manipulador de Taberu, na tentativa de purificá-lo inteiramente do mal que lhe acometeu assim que A Maior das Guerras, o episódio em que Kūsō e SōKū batalham, aconteceu. Quando concluído esse objetivo, A Personificação do Vazio fará com que tudo retorne aos conformes e, por último, desapareça, impedindo todas as coisas de experimentar o que ele um dia experimentou: o escuro da solidão, crises, confusão, escória e nada. Absolutamente nada.

Kūsō, reconhecendo a necessidade de um juramento de fidelidade como garantia da sua servidão, somente se deixou compreender depois de aplicar sobre o peito de seu espadachim um selo escrito em romaji: オメン, ou Omen, que significa "Presságio". Tal marca garantiria a vida do manipulador ao manipulado, tornando-o o armazém de Taberu, A Devoradora, que apenas poderia ser retirada através do selo e do bel prazer daquele que jurou, com a recitação da frase "Transcenda o vazio, e mate o medo: Devore!". Enquanto resguardada no seu portador, a arma consegue ser destruída caso este morra e ela fique a mercê do dano inimigo.

A Devoradora possui um tamanho padrão de sessenta centímetros e uma lâmina absolutamente reta e de um único fio, com uma proteção quadrada e base longa para acomodar as mãos. Sua coloração semeia entre o violeta e o púrpura, e a superfície do corte tem nove íris de coloração verde musgo te observando. A ponta da arma é pouco curvada e, o que diz respeito a sua força, capaz de cortar tudo e todas as coisas. Suas habilidades variam desde manipulações de energias elementares até despertar de técnicas ilusórias afrontosas ou ninjutsus que moldam o chakra no formato de cobras. Como um talento secundário, existe a aptidão de ampliar em tamanho e, consequentemente, poder, podendo duplicar ou triplicar todo o dano e o alcance de suas técnicas. A bainha original da arma é o corpo de seu espadachim, mas há também uma outra, inteiramente preta fosca, para que este não precise se preocupar em devolvê-la para o seu corpo no meio de um combate. Caso o seu manipulador morra, a alma é devorada por Taberu, A Devoradora.

Bolsa de Armas:
 [02] Kunais;
 [06] Shurikens;
 [11] Kibaku Fuuda;
 [10m] Fio;
 [02] Ampolas (1 de veneno e 1 de medicamento).

_______________________

OLLY KURAMA SIVAN

_
avatar
Chūnin
Chūnin
Re: [RP] Olly - em 29/10/2017, 12:03


Mi deixava Olly dar mais alguns passos para dentro da sala dela, Mi fechava e trancava a porta sem que Olly percebesse e perguntava ao garoto:

- Qual é a droga Olly? os seus sinais de abstinência estão nas alturas.

Ela terminava de tomar o liquido de sua xícara, dava uma grande respirada olhando para o menino abstinente  com pesar e continuava a falar:

- Olly, eu já fui uma alcoólatra. Fui não, eu sou Olly; apenas faço um trabalho constante todos os dias para não voltar a beber aquele liquido que lhe queima a garganta e lhe da coragem para viver mais um dia nesse mundo cruel em que vivemos, não, sobrevivemos. Todos temos nossos problemas e não vou fingir que sei qual esta passando mas eu realmente sinto que posso lhe ajudar a superar seu problema com drogas.

Mi se aproximava de Olly enquanto abria parte de sua vida para o menino com seus olhos cheios de água mas sem que eles escorressem de seus olhos ela esperava por uma resposta do menino, Mi não pode forçar alguém a mudar o abstinente precisava querer tal.

Obs: 13/20

_______________________

avatar
Genin
Genin

Conteúdo patrocinado
Conteúdo patrocinado

Página 1 de 2 1, 2  Seguinte

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

resposta rápida

Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum