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09.09.2017 — Exatamente um mês desde o último update, estou aqui hoje para avisar que o arco RUPTURAS está oficialmente encerrado. Ao longo dos próximos dias o tópico referente a ele será devidamente atualizado. Como prometido, novos sistemas virão (já estão disponíveis para o público ver e sugerir coisas) e novos Clãs/Kekkei Genkais também, além disto, muito em breve teremos o inicio de um novo arco.
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Conhecimentos Científicos - Blackbeard

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Por algum motivo inconveniente ao caso, Thomás encontrava-se perambulando próximo ao campo de treinamentos, observando a natureza ao ouvir o cantar dos pássaros, até que sua prática fosse interrompida. – O que o trás aqui tão cedo, garoto? O menino  de cabelos longos aproximava-se como quem não quer nada e, exageradamente curioso, indagava-se sobre os motivos da presença de um desconhecido.

- Garoto? Sussurrava Thomás com um tom pacífico e indignado ao mesmo tempo, sem se dar conta de que o desconhecido já estava ao seu lado. Apesar de sua pouca idade, sua longevidade mental já era o suficiente para acomodar três vidas humanas. – Me desculpe, quem é você? Perguntava ao rapaz que o questionava, mantendo simpatia em seu tom.
 

Full.



Última edição por Blackbeard em Sab 15 Out - 17:07, editado 1 vez(es)

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Suturino

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Jounnin
Jounnin
Um Chunin de Konoha avistava ao longe no campo de treinamento um garoto curioso o chunnin de cabelos longos e negros se aproximava perguntando.

O que o trás aqui tão cedo garoto?

Consid:
Spoiler:
Ok, vamos começar com uma coisa bem simples.. esse chunnin sabe aonde tem o que você procura pode interagir com ele com o ambiente e o que você bem quiser.

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-

Por algum motivo inconveniente ao caso, Thomás encontrava-se perambulando próximo ao campo de treinamentos, observando a natureza ao ouvir o cantar dos pássaros, até que sua prática fosse interrompida. – O que o trás aqui tão cedo, garoto? O menino  de cabelos longos aproximava-se como quem não quer nada e, exageradamente curioso, indagava-se sobre os motivos da presença de um desconhecido.

- Garoto? Sussurrava Thomás com um tom pacífico e indignado ao mesmo tempo, sem se dar conta de que o desconhecido já estava ao seu lado. Apesar de sua pouca idade, sua longevidade mental já era o suficiente para acomodar três vidas humanas. – Me desculpe, quem é você? Perguntava ao rapaz que o questionava, mantendo simpatia em seu tom.
 

Full.

Obs:

Eu fiz merda e acabei editando o primeiro post e colocando esse post aqui lá. Foi mal por isso.

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Suturino

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Jounnin
Jounnin
O chunnin o respondia.
Estava andando por aí e vi você aqui.

O chunnin depois disso estava pensando em voz alta só que acidentalmente o garoto o ouviu.
Aquele cientista maluco é melhor eu ir até lá antes que ele faça alguma besteira.

Consid:
Spoiler:
Bom.. nessa hora o chunnin iria embora mais você não o deixou, agora você pode pedir pra ele lhe mostrar aonde está o cientista e o por que dele ser louco, tente convencer o chunnin.

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-

- Estava andando por aí e decide dialogar livremente com estranhos?! Indagava-se Thomás de forma retórica, enquanto o garoto distraído deixava escapar um de seus pensamentos. – Qual cientista? Perguntava, sendo ele o intrometido desta vez. Apesar dos modos, sua curiosidade a respeito da identidade daquele possível praticante de ciência se sobrepôs à boa educação.
 

Full.

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Suturino

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Jounnin
Jounnin
Ah eu estou com preguiça de ir lá, seguinte garoto vá até o nordeste da vila de konoha em uma clareira em konoha lá vai estar um cientista ele é meio doido então cuidado, vá lá e dê um jeito nele fica esse segredinho entre nós depois eu lhe dou um doce.

Dizia o chunnin preguiçoso colocando sua responsabilidade nas costas de um genin.


Consid:
Spoiler:
Ok, agora vá ao local que o chunnin lhe designou e tente achar o cientista, só cuidado uma vez na clareira você pode ser alvo de algumas de suas armadilhas, a primeira um jato de ácido que pode corroer sua pele se caso acertar. A segunda uma barragem de kunais (10) com papéis bomba que explodirão em seu trajeto, consiga se defender disso e você poderá prosseguir e achar o tal cientista. Uma observação importante ele tem dupla personalidade essa de agora da paranóia de querer matar todo mundo para fazer volta-lo ao seu estado normal você terá duas opções ou bater na cabeça dele tão forte que o nocauteie ou esperar a sua paranóia acabar. Boa sorte.

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-

Apesar de vaga, Thomás não desperdiçaria a possibilidade de aperfeiçoar seus conhecimentos científicos. Por maior que fosse a estranheza daquela situação, o jovem estava evitando prolongar o diálogo com o menino. – Ele não parece ter as ideias no lugar. Pensou para si mesmo. – Tudo bem! Irei ao encontro dessa tal personalidade. Ignorando o clima constrangedor e a perturbação de lhe fazer algo completamente imprudente, deixava o local e deslocava-se em direção a tal clareira.

- Uma clareira. Nordeste de Konoha. Esse rapaz não foi muito específico. Murmurava enquanto deslocava-se aos saltos de casas em casas, até que o ambiente fosse completamente engolido pela imensidão de árvores, demarcando a área florestal da vila. As espécies de plantas naquela região eram magníficas, variavam de enormes e frutíferas espécimes até às menores e mais delicadas flores. A vegetação abria-se e, em meio a um limpo espaço gramado, um córrego deitava sobre as verdes e lisas pedras. – Temos uma clareira. Será esta? Apreensivo, corria os olhos por todos os detalhes daquele âmbito em busca de algo que lhe indicasse uma espécie de laboratório ou construção do gênero.  

Não fora difícil de enxergar a ponta do telhado de madeira de uma pequena cabana em meio a uma espécie de planta, devidamente organizada para que servisse como camuflagem; não muito eficaz. Cauteloso como sempre fora, Thomás jamais entraria em um âmbito desbravado por outros sem tomar as devidas precauções. Como se estivesse em um sonho ou sob efeito de drogas, o movimento de todas as formas ao seu redor diminuía aos poucos, até chegar ao ponto de completa falta de movimento, completamente parados. Um pássaro que predava um pequeno inseto no ar foi impedido milésimos antes de abocanhá-lo com o bico.

- Isso deve ser o suficiente para vasculhar tranquilamente o local. Sussurrava, colocando-se a explorar os arredores. Seus passos eram cautelosos e sua visão completamente rigorosa, nenhum detalhe passava despercebido. Seja a pequena e amarelada aranha que tecia sua teia no galho seco de uma pequena trepadeira ou até mesmo o pássaro predando seu alimento. – Tome, seja feliz com esse saboroso Sr. Inseto. Dizia em tom zombeteiro enquanto fechava o bico da ave, fazendo-a abocanhar a presa.

Já próximo à cabana, os olhos do jovem apertavam-se em busca de alguma armadilha. – Louco ou não, ninguém arriscaria residir um laboratório aqui sem nenhuma precaução contra animais ou ladrões. E de fato a conclusão de Thomás estava correta. Sendo ativa por um pequeno botão camuflado de pedra, a primeira armadilha seria propulsionada ao ter sua ignição pisoteada ou pressionada de alguma forma. – Nada muito engenhoso, meu caro cientista maluco. Conversava consigo mesmo ao desmontar e analisar todas as peças daquela engenhoca. Um ácido seria jorrado sobre o desavisado que ali se aventurasse. Já a segunda era disparada ao ter um fio de espessura milimétrica arrebentado, iniciando assim uma sequência de lançamentos de kunais equipadas com tarjas explosivas. – Isso faria um belo estrago, tenho que admitir. O mesmo processo de análise fora feito naquela armadilha e, buscando por outras que pudessem complicar sua vida, ficou ali por mais uma hora, procurando de forma infatigável. Por fim, confirmou a existência de apenas duas armadilhas, as quais tiveram seus mecanismos de funcionamento, posições e alcances completamente mapeados e compreendidos.

Ao estalar os dedos, Thomás despertava do que parecia ser uma completa transe e, de forma repentina e exata, virava a cabeça e mirava com os olhos o pássaro que finalmente concluía a captura de sua presa. Apesar das horas gastas com a análise do local, apenas uma ínfima quantidade de tempo se passou na realidade. – Eu amo essa habilidade. Ao desviar dos pontos de ativação das armadilhas, o jovem aproximou-se da cabana o suficiente para que pudesse ser visto da porta de entrada, agarrando a primeira pedra no chão a sua frente e jogando-a contra a porta de madeira. Apesar da possibilidade de analisar de antemão o que de fato havia no interior daquela construção, Thomás preferia passar pela experiência de se surpreender com que viria a seguir. Sendo assim, aguardava ser recebido pelo residente.

 

Full.

Observações:

Você não deu muitos detalhes sobre o local e armadilhas, então tomei a liberdade e os detalhei.
Descrições:


Blessing of the Sages

Descrição: Por ser uma Kekkei Genkai documentada como pertencente à apenas um ninja, a história do desenvolvimento e passagens históricas desse poder são completamente desconhecidas. Através de um desenvolvimento químico sobre-humano em uma área específica do cérebro (que apesar de tal fator, não apresenta nenhuma característica física que difere-se à de pessoas normais), Blessing of the Sages concede inteligência incomparável ao detentor único deste poder, além da capacidade de imergir em um estado mental de paralisia temporal.

Ao ter o poder de sua Kekkei Genkai ativa, Thomás é capaz de submeter seu consciente a um estado de paralisia temporal, parando completamente as atividades de tudo que existe a sua volta, desde pequenos organismos até gigantescos objetos inanimados. Apesar da aparente gama de poder, os efeitos apresentam-se apenas ao usuário, mantendo este fator restrito à sua mente, como o efeito de uma droga ou algo do gênero.

Independente do tempo em que o usuário mantém o âmbito paralisado em sua mente, no mundo real este mesmo período “fictício” de tempo será sempre equivalente a meio segundo. Durante o efeito deste poder, Thomás é capaz de se movimentar e interagir livremente pelo âmbito, alterando-o da forma como desejar (e suas capacidades permitirem), não influenciando no mundo real.

O grande ponto fraco desta habilidade é a falta de capacidade de movimentação e conhecimento com o que se passa no mundo real enquanto o mesmo se mantém ativo, tornando o usuário vulnerável a qualquer tipo de ameaça.

Em termos gerais, aparentemente a habilidade não foi desenvolvida para combate, mas sim para absorção aprofundada de conhecimentos disponíveis no âmbito de todo ser.

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Suturino

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Jounnin
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O jovem shinobi adentrava a residência do cientista louco, este então se assusta um pouco e diz ao jovem ninja

Quem é você e o que quer por aqui? como descobriu as armadilhas?

perguntou o cientista curioso querendo a resposta do garoto e este estava com uma kunai em mãos caso o jovem tentasse algo

Consid:
Spoiler:
sem mais.

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-

A presença inesperada de Thomás assustava o residente daquele laboratório, fazendo-o girar na direção do rapaz como se sua vida dependesse do movimento. – Perdão, não era minha intenção assustá-lo. Desculpava-se, juntando as mãos em um estalo. – O senhor pode guardar essa Kunai. Não venho aqui para atormentá-lo. Conforme tentava manipular o senhor a sua frente na intenção de acalmá-lo, retirava suas bolsas de equipamentos e colocava sobre uma mesa próxima, tentando demonstrar pacificidade o suficiente para desarmá-lo. – Viu?! Agora estou completamente desarmado. Venho em paz. O fim das palavras iniciava a expectativa sobre a reação do cientista.

 

Full.

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Suturino

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Jounnin
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O cientista ainda desconfiava do garoto e perguntava

O que você quer comigo? não tenho dinheiro nem nada do tipo.

falava o cientista e continuava.

Se não tem nada pra fazer aqui por favor se retire, eu como grande cientista tenho várias coisas para fazer.

O cientista pegava em uma de suas gavetas alguns tubos de ensaios e ficava observando o ninja de longe.

Consid:
Spoiler:
O cientista possui 5 de inteligência, logo ele é um gênio, eu sei que sua kg mexe com inteligência e tal mais o que está valendo aqui é o databook o cientista tem 5 e segundo a sua ficha você tem 2 logo não há sentido você se achar o Einstein da vida você ta aqui pra aprender com esse cientista saca? ok ele ta esperando uma resposta sua.

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-

- Meus interesses não são monetários, senhor... Como é mesmo seu nome?! Antes mesmo que o cientista pudesse responder a pergunta, Thomás colocava-se a disparar palavras novamente. – Um menino anda espalhando sobre suas condições mentais, segundo ele, um pouco fora do normal. A cordialidade em sua fala amenizava a ofensividade que aquilo poderia gerar. – Como cientista, você poderia me ensinar algumas coisas. Em troca eu resolvo seu problema com o garoto, caso julgue necessário.  

 
Full.

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Suturino

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Jounnin
Jounnin
O cientista o respondia.

Quer aprender ciência em meu jovem, seja bem vindo siga-me, você verá meu verdadeiro laboratório o que você viu até aqui é a superfície e a coisa mais básica e simples que você poderia imaginar. Venha, siga-me.

O cientista descia ao porão enquanto descia a luminosidade do local ia diminuindo gradativamente ao chegar numa gigantesca porta de aço ele digitava algumas senhas e a porta se abria. Dentro do interior havia alguns corpos em conservação vários tubos de ensaios poções anatomia humana tabela periódica e tudo que a ciência daquela época podia proporcionar aquele jovem cientista.

A propósito meu nome é Bruce Banner, venha comigo vamos começar pela química.

Adentrávamos naquele local levava o garoto até uma sala ampla e com mais luminosidade do que a principal nela havia alguns venenos e vários animais para servirem de cobaia para experimentos nas paredes estavam repletas de venenos dos mais diversificados tipos e noutra parece os seus respectivos antídotos.

Ok, vamos começar, escolha algum desses animais como cobaia. Pegue o primeiro veneno na prateleira e venha comigo.

Banner explicava para o garoto quais eram os tipos de venenos.

Um veneno consiste em qualquer tipo de substância tóxica, seja ela sólida, líquida ou gasosa, que possa produzir qualquer tipo de enfermidade, lesão, ou alterar as funções do organismo ao entrar em contato com um ser vivo, por reação química com as moléculas do organismo. Como pode ver esse é um tipo de veneno líquido. Os venenos podem ser de origem:

   Mineral (arsênico ou mercúrio, por exemplo);
   Vegetal (a cicuta ou algumas plantas venenosas, por exemplo; as plantas medicinais, como a Atropa belladona, contêm substâncias tóxicas que são venenos em determinadas quantidades);
   Animal (peçonha de serpentes, abelhas e medusas, por exemplo);

Agora falaremos sobre antídotos. Os antídotos são uma substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele. Por exemplo, metais pesados podem se acumular no tecido gorduroso ou nervoso, causando danos (ver mercúrio e chumbo), e o antídoto consiste em substâncias que se combinam com eles, evitando-os de agir no organismo. Já agentes neurotóxicos como alguns inseticidas e gases de guerra química, como sarin, não são atacados diretamente, consistindo o antídoto de substâncias que revertem ou anulam sua ação, como atropina (usada em colírios para exame), em complemento de outras, até que a substância seja metabolizada ou excretada pelo organismo.


Banner pegava o veneno que o garoto tinha pegado e assim pegou uma seringa e injetou o veneno em um macaco e em seguida o cientista dizia.

O veneno que escolheu é feito por uma cobra muito venenosa chamada Jararacuçu uma mordida dela e ela aplica muito veneno em sua presa e como esse veneno é o dela você terá que procurar alguma Jararacuçu na clareira acima e terá que extrair o veneno de suas presas e VOCÊ terá que fazer o antídoto com esse veneno você tem 30 minutos.

Consid:
Spoiler:
É isso ai você terá que achar a cobra e extrair seu veneno e cuidado pra ela não lhe atacar... boa sorte. Você está com o macaco e se acabar os 30 minutos ele morre.

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-

A variedade de utensílios laboratoriais naquele lugar impressionava Thomás a cada passo local adentro, seguindo o velhote que o apresentava ao âmbito. – Sim! Exclamava ao receber a notícia de que começaria suas aulas pela química, área da ciência que o fascinava completamente. Todas as palavras e informações ensinadas pelo professor eram atentamente entendidas e gravadas em sua memória fotográfica. Sempre afirmando sua compreensão com a cabeça, reforçava o ato com um “sim!” caloroso e exclamativo. Ao receber sua primeira tarefa, o sorriso foi inevitável e a calorosa confirmação se repetia de forma ainda mais quente.

Logo após o recebimento da tarefa, o garoto imergia em sua habilidade e tudo em volta começava a perder o movimento gradativamente, até chegar ao ponto em que todas as existências naquele âmbito estavam completamente paralisadas, com exceção de Thomás. – Isso sempre me diverte. Dizia em tom contente, colocando-se a vagar por todo o âmbito daquele laboratório. Nenhum livro passara despercebido de sua leitura e nenhum frasco do aperto de seus olhos. Tudo que poderia haver de informação naquele local fora devidamente examinado e tomado nota em um pequeno diário. Dias foram necessários, talvez uma dupla de semanas. Feito isto, sua tarefa agora seria tomada como prioridade e a busca pela espécie certa de serpente iniciava-se.

Localizar cobras não era uma dificuldade ao vasculhar a mata pelos arredores do laboratório. Porém, a espécie almejada não estava entre as cinco encontradas até o momento. Um guia de identificação de ofídios previamente analisado em sua bisbilhotada no laboratório, um dia antes, fora de grande ajuda nesta tarefa. – Bingo! Exasperava, anotando em seu pequeno mapa a localização exata do animal. O mesmo processo se repetia cinco ou seis vezes mais após duas horas de procura.  

De volta à realidade ao estalar de dedos, os movimentos voltavam ao normal e apenas cinco segundos após a imersão no estado de paralisia haviam-se passado. – Eu tenho a localização das cobras! Afirmava Thomás, colocando-se a correr daquele local. Seus movimentos engrenhavam-se entre as plantas até que a primeira cobra era encontrada. – Ai está você! Sussurrava o mais baixo possível, prendendo a cabeça da serpente contra o solo com um resistente galho em forma de forquilha. – Você é um belo espécime. Venha, vou extrair seu veneno e já vou te devolver ao mato. Conversava com o animal enquanto manuseava-o com toda cautela possível, colocando as presas à mostra e pressionando-as contra a borda de uma ampola, extraindo lentamente o veneno e armazenando-o devidamente. Feito o necessário, devolvia o animal à natureza. O mesmo processo repetia-se quatro ou cinco vezes mais, somando quantidade de peçonha o suficiente para ser entregue ao cientista, sendo este seu objetivo.

- Aqui está, deve ter o suficiente para duas ampolas de antídoto. Suas palavras transpassavam satisfação e apreensão, aguardando a reação de seu tutor diante de sua missão rapidamente concluída. Afinal, Thomás era o único a possuir conhecimento sobre seus poderes. Entregava os frascos completamente lacrados, mas ainda assim com cautela o suficiente para não derrubá-los ou desperdiçar o veneno de alguma forma.

Full.

Considerações:

Fiz o que foi combinado através de mensagem privada.

Descrições:


Blessing of the Sages

Descrição: Por ser uma Kekkei Genkai documentada como pertencente à apenas um ninja, a história do desenvolvimento e passagens históricas desse poder são completamente desconhecidas. Através de um desenvolvimento químico sobre-humano em uma área específica do cérebro (que apesar de tal fator, não apresenta nenhuma característica física que difere-se à de pessoas normais), Blessing of the Sages concede inteligência incomparável ao detentor único deste poder, além da capacidade de imergir em um estado mental de paralisia temporal.

Ao ter o poder de sua Kekkei Genkai ativa, Thomás é capaz de submeter seu consciente a um estado de paralisia temporal, parando completamente as atividades de tudo que existe a sua volta, desde pequenos organismos até gigantescos objetos inanimados. Apesar da aparente gama de poder, os efeitos apresentam-se apenas ao usuário, mantendo este fator restrito à sua mente, como o efeito de uma droga ou algo do gênero.

Independente do tempo em que o usuário mantém o âmbito paralisado em sua mente, no mundo real este mesmo período “fictício” de tempo será sempre equivalente a meio segundo. Durante o efeito deste poder, Thomás é capaz de se movimentar e interagir livremente pelo âmbito, alterando-o da forma como desejar (e suas capacidades permitirem), não influenciando no mundo real.

O grande ponto fraco desta habilidade é a falta de capacidade de movimentação e conhecimento com o que se passa no mundo real enquanto o mesmo se mantém ativo, tornando o usuário vulnerável a qualquer tipo de ameaça.

Em termos gerais, aparentemente a habilidade não foi desenvolvida para combate, mas sim para absorção aprofundada de conhecimentos disponíveis no âmbito de todo ser.

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Nach

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Chūnin
Chūnin
Vamos ser mais objetivos.

O cientista de nome incomum recebe o veneno do garoto e aplica-o em um dos animais em seus laboratório, mais especificamente, dois macacos. - Ambos morrerão em quatro horas. Sua tarefa será fazer um antídoto para um, mas fazer um veneno mais potente ao outro. Deste modo um deve ser curado e o outro morto em menos tempo. - Dizia em tom objetivo.
O garoto não era nenhuma espécie de intuitivo para do nada criar venenos e antídotos, portanto, o mesmo pega alguns pergaminhos e começa a lhe explicar, cuidadosamente, determinados métodos e utilidades contidas em seus equipamentos. Procedimentos, temperaturas adequadas, função de cada equipamento, tempo de espera em determinados métodos e manipulação química.
Ele mostraria ao garoto um conteúdo extremamente rico. Sua mente funcionava como um livro e ele ensina ao rapaz, esperando que o mesmo absorva tudo. Portanto, usa-se de palavras simples. Qualquer dúvida ele estaria prontificado a elucidá-lo.
Venenos são  qualquer tipo de substância tóxica, seja ela sólida, líquida ou gasosa, que possa produzir qualquer tipo de enfermidade, lesão, ou alterar as funções do organismo ao entrar em contato com um ser vivo, por reação química com as moléculas do organismo. Podem ser de origem: Mineral (arsênico ou mercúrio, por exemplo); Vegetal (a cicuta ou algumas plantas venenosas, por exemplo; as plantas medicinais, como a Atropa belladona, contêm substâncias tóxicas que são venenos em determinadas quantidades); Animal (peçonha de serpentes, abelhas e medusas, por exemplo); Artificial (muitas das substâncias sintetizadas pelo ser humano na indústria, por exemplo, como o ácido sulfúrico, ou o monóxido de carbono do escapamento dos automóveis).

Antídotos, basicamente, são substância de reação química antagônica as propriedades de substâncias nocivas. Por exemplo, atropina é útil contra venenos neurotóxicos como sarin. Mesmo em concentrações muito baixas, o sarin pode ser fatal. A morte pode seguir cerca de um minuto após a ingestão direta de uma dose letal a menos que antídotos, tipicamente atropina e pralidoxima, sejam rapidamente administrados.

Existem diversos tipos de venenos, dentre eles, com base nos ofídicos. Temos:
Neurotóxicos: Afetam o sistema nervoso causando inicialmente paralisia dos músculos faciais. Em alguns casos nos músculos responsáveis pela deglutição e respiração, podendo assim, causar asfixia e consequente morte.
Coagulantes: Aglutinando o sangue podem causar obstrução de veias e artérias. Casos mais sérios, como os de coágulos cerebrais ou pulmonares, levam à morte.
Anticoagulantes: Impedem o sangue de coagular, fazendo o ferimento causado pela serpente sangrar continuamente.
Hemorrágicos: Torna os vasos sanguíneos permeáveis ao sangue, causando hemorragias internas e externas, levando ao sangramento das gengivas e narinas. Em quadros mais agravados, as vítimas podem apresentar hemorragias cerebrais e a falência dos rins, levando-as à morte.
Hemotóxicos: Também conhecidos como hemolíticos, destroem as hemácias, causando falência renal e uma possível insuficiência respiratória.
Miotóxicos: Causam danos aos músculos, especialmente aos relacionados à respiração. Por meio de paralisia da função neuromuscular, similar aos efeitos dos venenos neurotóxicos, causam a morte por falência renal, cardíaca ou respiratória.
Proteolíticos: Também conhecidos como citotóxicos ou necrotóxicos, destroem os tecidos levando à necrose, resultado da ação das enzimas digestivas presentes no veneno, que ajudam na digestão da presa.
Nefrotóxicos: Causam dano diretamente aos rins.
Sarafotóxicos: Veneno presente apenas em algumas serpentes africanas. Promove a constrição da artéria coronária, dificultando a circulação sanguínea, podendo causar um ataque cardíaco.

[ Considerando que o rapaz tenha feito as tarefas propostas]

Satisfeito o cientista se põe apenas a explicá-los sobre física e biologia. - Um pouco de biologia e física já vistes. Afinal, química engloba tais matérias. - explicou.
No tema biologia o cientista explicou sobre energia química (proteínas, carboidratos e lipídios) e funções do cérebro. Elucida, principalmente, sobre as variações no reino animal. Sendo tais:

Reino Monera: Agrupa organismos unicelulares procariontes, ou seja, que possuem apenas uma célula sem núcleo delimitado por uma membrana. Exemplos: Bactérias e cianobactérias.
Reino Protista (Atualmente chamado de Protoctista): Reúne seres unicelulares e pluricelulares, eucariontes, autotróficos ou heterotróficos. Exemplo: algas e protozoários.
Reino Fungi: Agrupa seres eucariontes, que, em sua maioria, é pluricelular, e heterotróficos. Exemplos: Cogumelos, bolores e levedos.
Reino Plantae ou Metaphyta : Engloba os organismos eucariontes, pluricelulares e com nutrição autotrófica. Exemplo: Musgos, samambaias, araucárias e mangueira.
Reino Animalia ou Metazoa: Inclui os organismos eucariontes, heterotróficos e que apresentam nutrição heterotrófica. Exemplo: Homem, cachorro, vaca e aves.

Elucidando que os vírus são um grupo bastante peculiar em virtude da ausência de células. Por isso, eles não são classificados dentro dos reinos dos seres vivos. Vale destacar que esses organismos são incapazes de viver sem uma célula, sendo considerados parasitas intracelulares obrigatórios.

Explicando acerca do reino dos animais, ele partia ao reino das plantas:

Briófitas: Não produzem flor, semente ou fruto; Não possuem raízes; Como as algas, possuem o corpo na forma de talo, sem raízes, caule e folhas diferenciadas; São plantas avasculares (ausência de vasos condutores); os líquidos são conduzidos por difusão célula a célula, o que limita o tamanho desses vegetais;

Pteridófitas: O corpo das pteridófitas possui raiz, caule e folha. Possuem vasos condutores. Não têm flores, sementes ou frutos.

Gimnospermas: As gimnospermas possuem raízes, caule e folhas. Possuem também ramos reprodutivos com folhas modificadas chamadas estróbilos. Produzem grão-de-pólen. São as primeiras Fanerógamas, ou seja, têm estruturas reprodutoras visíveis; São as primeiras plantas espermatófitas, isto é, dotadas de sementes; Não apresentam flores verdadeiras ou frutas;

Angiospermas: Tem semente, frutas, flores, grão-de-pólen, vasos condutores e afins.

E então, tendo elucidado quanto a química e biologia, enfim, partia para a área da física com explicações básicas acerca de termodinâmica e modelos atômicos, assim como ensinamentos sobre energia, força e movimento. O assunto de fato, mais importante, eram as leis da física:

Força: É uma interação entre dois corpos.
Princípio da Inércia: Um corpo em repouso tende a permanecer em repouso, e um corpo em movimento tende a permanecer em movimento. Então, conclui-se que um corpo só altera seu estado de inércia, se alguém, ou alguma coisa aplicar nele uma força resultante diferente se zero.
Princípio da Ação e Reação:  As forças atuam sempre em pares, para toda força de ação, existe uma força de reação.
O Peso de um corpo é a força com que a Terra o atrai, podendo ser váriável, quando a gravidade variar, ou seja, quando não estamos nas proximidades da Terra.
A massa de um corpo, por sua vez, é constante, ou seja, não varia. Pois trata-se do que compõe o mesmo. Sua matéria.
A Lei dos corpos em queda diz que todos os corpos caem com aceleração constante, uma vez que o efeito da aceleração gravitacional, ou seja, da gravidade em todos os corpos, à mesma altura, é igual.

Com base nos ensinamentos passados. O cientista põe em uma mesa, ao mesmo tempo, uma pedra e uma pena. Questiona-lhe: - Se ambas caem em mesmo tempo e altura. Qual chegará primeiro ao solo, desconsiderando qualquer resistência do ar ou deformidades do solo ?

  • Ao invés de colocar os conhecimentos como FALAS, os coloquei em citação como os mais importantes. Os demais estão na narrativa.
  • Para acelerar as coisas eu já lhe expliquei, basicamente, o assunto posterior de nosso treinamento. Este não tem aplicação prática, apenas uma questão bastante importante.
  • Depois de seu post o treino será FINALIZADO. Então não tenha pressa. Faça suas tarefas e responda a questão final.

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- Sim! A energética manifestação marcava o início de uma nova tarefa. Tendo que salvar um dos animais daquele cômodo, o objetivo de Thomás seria criar um antídoto para eliminar o efeito da toxina e, em relação ao outro macaco, criar algo ainda mais potente para acelerar sua morte. A ideia de influenciar negativamente sobre a morte de um ser vivo não agradava o garoto, porém sua determinação em aprender de forma quase gratuita com alguém especializado em ciência era maior.

Apesar de já ter absorvido todo o conhecimento daquele local a respeito das práticas que estaria prestes a realizar, Thomás escutava atentamente cada palavra proferida por seu momentâneo mentor. – Sim! Concordava vez ou outra, anotando tudo novamente em seu diário. Com o fim da primeira leva de explicações, colocava-se a iniciar seus deveres de forma imediata.

- Sabe, muitas pessoas em minha situação buscariam terminar o antídoto o quanto antes, acabando assim com o sofrimento deste animal e completando com eficácia o objetivo. As palavras eram acompanhadas de movimentos cautelosos e gentis, deitando o animal sobre uma mesa de forma a facilitar seu manuseamento. – Porém, se a pessoa tiver capacidade, o certo a se faz- neste momento, o macaco contorcia-se de dor enquanto seus gritos ecoavam pelo cômodo. – Não poderemos continuar com você se mexendo dessa forma, amigo. Seus olhos miravam uma gaveta próxima e em seguida o cientista. Relutante, colocava-se a caminhar apressado até o compartimento da mesa e retirava de lá uma pequena seringa. Antes de aplica-la no animal, tornava a fitar o cientista de forma desconfiada e defensiva. Ele sabia que seu conhecimento sobre o conteúdo daquela gaveta poderia despertar curiosidades indevidas em seu tutor. – Isso é um sedativo, irá permitir que eu trabalhe de forma mais prática em seu corpo.

Com o macaco intoxicado completamente sedado, o silêncio tomaria conta do âmbito se não fosse pelo segundo animal martelando um pequeno pincel sobre a mesa. – Bom, como eu dizia. O certo a se fazer é estabelecer os sintomas para depois combater a causa. É claro que essa prática pode ter suas variantes, mas se você for hábil o suficiente para controlar os sintomas de forma que não prejudique o resto do corpo, tudo dará certo. Suas mãos engrenhavam-se em uma pequena lâmina que retirava os pelos de uma pequena área próxima ao peito do primata. – A toxina dessa serpente específica causa coagulação e, em alguns casos, paralisia do sistema respiratório devido a coágulos pulmonares. Com um pequeno tubo, Thomás perfurava a área sem pelos profundamente, penetrando o pulmão e esguichando um líquido viscoso e de coloração escura. – Como suspeitava, é o que está acontecendo com esse animal. Essa substância estranha é sangue, e esse tubo será capaz de manter seus pulmões regados com oxigênio por um curto período de tempo, o suficiente para terminar o antídoto. Apesar de saber que tudo o que fora dito era de conhecimento do velhote, explicar sua metodologia era uma espécie de mania quando seus afazeres eram observados por terceiros.

Deixando o animal de lado por um momento e focando-se completamente no antídoto, Thomás agora manuseava uma pequena junção de frascos, tubos e algumas substâncias. – Essa pequenina e importante substância. Uma pausa em sua pronúncia era feita enquanto apontava o frasco à frente, mostrando-o inutilmente ao cientista. – É capaz de reverter o efeito da coagulação por todo o corpo, tornando o sangue mais fino. Porém... Agora misturando o conteúdo daquele recipiente com o de outro, formando uma solução completamente homogênea. – Apenas combater a coagulação não o salvará. Se não eliminarmos a substância causadora do problema de seu sistema, permaneceremos em um ciclo constante até que seu corpo não aguentar mais. Para isso, usamos... Outra pausa de alguns segundos era predecessora de uma longa fitada sobre o cientista. – Me desculpe, é um hábito. Pararei de falar o que você já sabe. Com o fim de suas explicações, o processo agilizava-se e o antídoto por fim era finalizado após uma série de processos e etapas. Já em uma seringa, aplicava no animal.

Após certificar-se de que seu antídoto possuía o efeito completamente desejado, Thomás costurava o pequeno furo feito sobre o primata e o colocava para descansar em uma maca confortável, concluindo parte de sua tarefa. Agora, a parte mais difícil de seu trabalho inevitavelmente deveria ser feita. – Veja bem... Dizia cautelosamente, aproximando-se lentamente do segundo animal. – Eu entendo sua necessidade em me testar, afinal, eu também não sairia disseminando meus conhecimentos para qualquer um. Agora próximo, a palma de sua mão caminhava sobre seus pelos em forma de afago. – Mas eu não posso criar algo para torturar esse animal antes de sua morte. No máximo... Seus punhos habilmente cerravam-se sobre o cabo de uma Kunai, transpassando-a contra o coração do macaco. – Posso acabar com sua vida para demonstrar meu comprometimento em absorver o que você tem para me ensinar. Porém, não posso fazer com que ele morra de forma dolorida injetando um veneno ainda mais letal que o primeiro.

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Com o fim da primeira, a segunda leva de ensinamentos começava por um tema de igual fascínio a Thomás: biologia. O conhecimento prévio a respeito de toxinas também envolvia uma pequena parte do estudo sobre a vida. Apesar de o cansaço mental ter começado a se apresentar ao garoto, seu índice de aprendizagem mantinha-se igualmente eficaz. Anotava e mantinha-se atento a tudo, absorvendo novamente cada gota de conhecimento vazada através do cientista, desde a biologia inicial até as leis da física e suas importâncias. Quando questionado pelo cientista acerca de uma questão envolvendo mecânicas da física, Thomás não pensara duas vezes antes de respondê-lo. – Desconsiderando qualquer resistência do ar ou deformidade do solo, minha resposta ainda pode ser incerta. Afinal, várias variáveis podem influenciar na forma de queda de ambos os objetos. Porém, se soltas em um âmbito onde não há variável alguma que possa influenciar em suas formas de queda, afirmo com toda certeza de que ambas atingirão o solo no mesmo instante.

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Nach

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Chūnin
Chūnin
A resposta do rapaz era correta, mas a decisão em matar a criatura ao invés de seguir a risca o proposto, foi incômoda. O mesmo também parecia conhecer seu laboratório, deixando-o confuso. Entretanto, ignorou o acontecido.
''Querendo ou não matou, mas não quis fazer algo que fizesse o animal sofrer....'' pensou '' Bem... Não posso exigir que alguém adote atitudes contra sua personalidade'' - concluiu.
- Mostrou comprometimento, mesmo sem abdicar de seus próprios princípios - E então prosseguiu - Creio que já seja o suficiente.
Aquilo era inusitado. Todos os discípulos do cientista cumpriam a tarefa sem questioná-lo ou demonstrar piedade com cobaias. Entretanto, não aquele garoto. Isso o despertava curiosidade. Já pelo fato de saber onde se encontram os sedativos em seu laboratório.
- Talvez nos vejamos qualquer dia desses - Falou. Havia um tom de certeza na sua voz. Aquele homem também possuía seus mistérios. E talvez, um dia, passe a se integrar mais à história de Thomás.
Via-o partir e fechava seu laboratório. ''A interpretação de cientista louco no início não o causou tanto incômodo....'' pensou ''Pelo visto. Ele já viu loucuras piores, de perto...'' - concluiu.
Treino finalizado.

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